Os benefícios da Menta ou Hortelã Pimenta

Publicado a 13 de Maio de 2013 . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A Menta ou Hortelã Pimenta, é uma planta rica em carotenóides, flavonóides, colina, sais minerais e óleos essenciais. A menta tem como propriedades o refrescar quando usado em bebidas frias (refrescos) ou de aquecer quando usado em bebidas quentes como o chá. Quando usado na fitoterapia (como medicamento natural), possui propriedades analgésicas, digestivas e calmantes sobretudo na região gástrica. Também tem propriedades cardíacas ao proteger o funcionamento do coração. No verão, usa-se em chás frios, sumos de frutos e a acompanhar refeições e saladas. Ajuda a energizar as pessoas espantando a preguiça e conferindo prontidão mental aos mais letárgicos. Existe um floral (um floral é confecionado com extratos de plantas ou flores) que recomenda-se em casos de pessoas com dificuldades a assimilar ideias e conceitos sobretudo em situações em que há excessos alimentares, isto é, quando o pensamento fica embotado devido a refeições muito abundantes e pesadas. A hortelã pimenta ajuda o processo digestivo e estimula a mente a ser mais ágil, isto é, faz com que as pessoas sejam mais inteligentes. Fica aqui a sugestão: Beba o seu chá de menta durante e após uma refeição pois ajuda o processo digestivo… e você será mais ativo e inteligente!

Ana Marques
Acupuntora
ana.marques.4466@gmail.com

A minha auto-estima, a auto-estima de um povo

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Quantas vezes já se pôs em causa? Nos tempos que correm é difícil não questionarmos se o mundo gira ao contrário ou se o problema seremos nós. Tudo é difícil, todos parecem deprimidos, todos fazem parecer que nada vale a pena. Então alguns de n´so mais resilientes ou teimosos se quiserem, continuam na sua luta, para um país, para um mundo, um futuro melhor. Resistimos, fazemos, acontecemos… andamos ao contrário do ciclo… no entanto, voltamos a pensar: o que há de errado comigo?
Numa sociedade em que os seres humanos quase não têm valor e que todo o mundo se move essencialmente pelos interesses materiais, sentimo-nos perdidos, desvalorizados, inseguros e desesperançados.

Mais sobre A minha auto-estima, (…)

A crónica 100

Publicado a 5 de Maio de 2013 . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.
Faz agora exactamente três anos, durante uma das nossas regulares visitas ao local de trabalho do grande «argentier» da Gazeta, naquele belo e renovado edifício ao fundo da praça da fruta, que já foi do Chiado, e agora é dum banco, que o Xavier nos abordou no hall de entrada, e nos disse:
- Ouve lá, nós não conhecemos nada das vossas vidas nos países da emigração! Que pensas da ideia de mandares  algo para o jornal, sobre as vossas vivências ?  A surpresa foi total.

«Episódios da Monarquia Portuguesa» de João Paulo Oliveira e Costa

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.
Depois da «Cronologia da Monarquia Portuguesa» surge na mesma editora este «Episódios da Monarquia Portuguesa» e, com o título indica, este volume de 413 páginas é um muito completo inventário de situações e momentos da História de Portugal. Dois dos menos conhecidos são o terramoto de 1531 e a morte de D. Teodósio em 1563.
Em 1531 a cidade de Lisboa tinha cem mil habitantes, a quarta parte das casas foi afectada e dez por cento delas ruiu. O desastre foi registado na «Miscelânea« de Garcia de Resende: «Todos com medo que haviam / deixaram as casas, fazendas / nos campos em praças dormiam / em tendilhões e em tendas / casas de ramas faziam / as mais das noites velando / temendo e receando / porque temor não cessava / a gente pasmada andava / com medo, morte esperando». Ligada a esta situação do terramoto de Lisboa está a morte de D. Teodósio, 5º Duque de Bragança em 20-9-1563. Figura discreta, D. Teodósio não foi à guerra como seu pai D. Jaime (Azamor) ou como seu meio-irmão D. Constantino (Damão) mas conviveu com D. João III em Évora quando a corte se deslocou para esta cidade do Alentejo após o terramoto de 1531. Este homem singular tinha o sonho de fundar uma Universidade em Vila Viçosa e era dono da maior biblioteca portuguesa e uma das maiores bibliotecas da Europa do seu tempo com mais de dois mil volumes. Além de jóias, tapeçarias, pinturas, esculturas e mobiliário que tinha no Paço Ducal de Vila Viçosa, o seu gosto pela música perdurou até ao seu bisneto, o 8º Duque de Bragança, mais tarde D. João IV de Portugal.
(Editora: Círculo de Leitores, Design: Carlos Correia)
José do Carmo Francisco

«Episódios da Monarquia Portuguesa» de João Paulo Oliveira e Costa

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.
Depois da «Cronologia da Monarquia Portuguesa» surge na mesma editora este «Episódios da Monarquia Portuguesa» e, com o título indica, este volume de 413 páginas é um muito completo inventário de situações e momentos da História de Portugal. Dois dos menos conhecidos são o terramoto de 1531 e a morte de D. Teodósio em 1563.
Em 1531 a cidade de Lisboa tinha cem mil habitantes, a quarta parte das casas foi afectada e dez por cento delas ruiu. O desastre foi registado na «Miscelânea« de Garcia de Resende: «Todos com medo que haviam / deixaram as casas, fazendas / nos campos em praças dormiam / em tendilhões e em tendas / casas de ramas faziam / as mais das noites velando / temendo e receando / porque temor não cessava / a gente pasmada andava / com medo, morte esperando». Ligada a esta situação do terramoto de Lisboa está a morte de D. Teodósio, 5º Duque de Bragança em 20-9-1563. Figura discreta, D. Teodósio não foi à guerra como seu pai D. Jaime (Azamor) ou como seu meio-irmão D. Constantino (Damão) mas conviveu com D. João III em Évora quando a corte se deslocou para esta cidade do Alentejo após o terramoto de 1531.

O Hazard Analysis and Critical Control Points (HACCP)

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.
O mundo, e nós com ele, vivemos submersos em siglas.
Esta veio-me à memória, por causa do 25 de Abril, que me apanhou a cumprir o serviço militar, ao tempo obrigatório, e me “tornou” militar de Abril!
A primeira vez que fiz serviço como oficial de dia – lembro-me como se fosse hoje! – no Quartel General em Évora, começava a primavera de 1973. Após o render da parada, quase me estatelei ao entrar – melhor derrapar – no lodo da cozinha! O aspecto era tal que puxei dos galões e mandei lavar tudo de alto a baixo. E até estar tudo não se cozinhou! Foi o meu primeiro, e talvez único, golpe militar…
E também por isto resolvi escrevinhar, agora que vivo as questões da gastronomia, sobre o Hazard Analysis and Critical Control Points (HACCP), ou seja a Análise de Perigos e Controlo de Pontos Críticos, que é uma abordagem sistemática e estruturada sobre o processo produtivo dos alimentos e, assim, se permite obter produtos com elevada segurança.

Uma interessante história chinesa

Publicado a 29 de Abril de 2013 . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Existe uma história chinesa muito antiga na qual um príncipe chamado Jin estava muito doente. Recorreu-se a um médico muito famoso da corte imperial sendo que este médico chamava-se Yi Huan. Quando Yi Huan examinou o doente, entre outras coisas, palpou-lhe as costas e examinou atentamente as  omoplatas. No final do exame comunicou o seguinte: a doença estava localizada no ponto 43 do meridiano da Bexiga ou Gao Huang (Gao Huang é o nome do ponto em mandarim), e, que por isso nada havia a fazer. Conta-se ainda que o médico desapareceu misteriosamente e que o príncipe pouco tempo depois morreu. Naqueles tempos antigos, os médicos eram remunerados quando os doentes recuperavam a saúde senão poderiam ser castigados ou mesmo condenados à morte em caso de falecimento do Imperador ou de um nobre. Daí o desaparecimento misterioso de Yi Huan, médico da corte imperial na China.
Ficou para a História da Medicina chinesa que este ponto, 43 Bexiga ou Gao Huang, é um ponto a utilizar sempre que existe uma doença crónica de dificil recuperação, puntura-se para reforçar a energia dos órgãos baço, fígado e pulmões. Além disso, aumenta a força ou a capacidade de assimilação do corpo,  e, por isso, é um ponto utilizado com frequência em hospitais e clínicas de Medicina Chinesa em casos de esgotamento, debilidade extrema, tosse crónica com escarros de sangue, bronquite e asma, perda de memória, descoordenação motora e dor crónica na zona da omoplata.

Ana Marques

Acupuntora

ana.marques.4466@gmail.com

«Outras margens» de Manuel G. Simões

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Manuel G. Simões (n.1933) é poeta, tradutor, organizador de antologias, professor (Lisboa, Bari, Veneza), editor (Nova Realidade) mas também ensaísta. Como neste livro recente e no anterior «Tempo com espectador – Ensaios de Literatura Portuguesa) de 2011. Ligado a duas importantes revistas culturais – «Vértice» (1967-1969) e «Ressegna Iberística» (1978-2012), a faceta de hábil divulgador surge na sua plenitude neste volume sobre as obras de Jorge Amado, Adonias Filho, Jorge de Lima, João Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de andrade, Clarice Lispector, Agostinho Neto, Luandino Vieira, Costa Andrade, José Craveirinha e a literatura de Cabo Verde: «A literatura cabo-verdiana não é insensível ao problema da seca, sendo este um dos epifenómenos mais influentes no tecido social do arquipélago. Anos houve em que morreu por vezes de 10 a 30 por cento da população, devido às frequentes estiagens, provocando a carência de géneros básicos como o milho, o feijão, a mandioca, a batata-doce e a forragem para o gado». Em relação à literatura nordestina Manuel G. Simões refere: «A seca impôs três destinos, três saídas para o Nordestino: ou se lança no crime e se torna cangaceiro, ou emigra pacificamente (o chamado retirante) ou então procura em práticas supersticiosas (misticismo) aplacar a fúria de Deus e termina matando em nome de Deus».
Uma breve nota para destacar o texto de MGS sobre Carlos Drummond de Andrade, a relação entre memória e escrita, entre vida e poesia. Por um lado em «A rosa do Povo» o poeta avisa («Não faças versos sobre acontecimentos») mas já em «Sentimento do Mundo» afirma: «Tive ouro, tive gado, tive fazendas / Hoje sou funcionário público / Itabira é apenas uma fotografia na parede / Mas como dói!». O poeta é o que diz – «Não sei fazer visita / e dizer as amenas / frases que toda a gente / traz no bolso da calça» – mas também o que pergunta: «E agora, José? / A festa acabou / a luz apagou / o povo sumiu / a noite esfriou / e agora, José?».

Mais sobre «Outras margens» de (…)

Sabe quem é?

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

“Tomar consciência de si próprio é o processo mais importante que acontece na vida de uma pessoa.” G. Allport
Sócrates, um dos primeiros sábios da humanidade, adoptou um lema de vida  – “Conhece-te a ti mesmo” que serve como desafio para todos nós. Este desafio, que contará com dificuldades de percurso, não deixa de ser fascinante e enriquecedor.

Mais sobre Sabe quem é? (…)

Casas de Pasto

Publicado a . Na categoria: Opinião Rubricas Semanais . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Nas minhas andanças pela formação profissional no sector alimentar tive a honra e o enorme prazer de trabalhar com verdadeiros sábios. Socorro-me, hoje, do saber de Albino André, que foi secretário-geral da AHRESP, observador privilegiado do sector, com obra publicada e entre ela a “Alimentação em Portugal”.
Às lojas, especialmente criadas, para nelas serem deixados e alimentados com “pasto”, os animais utilizados no transporte dos seus donos, foi dado o nome de “Casas de Pasto”, e assim passaram a ser conhecidas.
A clientela que, nessas Casas, passou a deixar os animais que lhes serviram no transporte, formulou o pedido de poderem ser confeccionadas refeições simples. As referidas “Casas de Pasto” passaram a ter uma dupla função: fornecer o “pasto” aos animais, utilizados no transporte dos seus donos e, também, pequenas refeições aos transportados, e as ementas foram  sendo alargadas com outros produtos, além do peixe frito e do chouriço assado.
A designação de “Casas de Pasto” é uma denominação vernácula, que remonta aos primórdios da nacionalidade portuguesa, ao reinado de D. Sancho I, e tem sido mantida até aos nossos dias.

Mais sobre Casas de Pasto (…)

Breves
Dia Internacional dos Museus bem comemorado em toda a região

Museu de Cerâmica (Caldas da Rainha)
O Museu da Cerâmica vai comemorar o Dia Internacional dos [...]

Pisoeste dita resultado negativo da OesteCIM em 2012

A Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCIM) terminou 2012 com um resultado líquido negativo de 354 [...]

Jovens vão manifestar-se nas Caldas da Rainha

O largo do Hospital vai receber este sábado à tarde, 11 de Maio, a partir [...]

Inscrições abertas para passeios seniores de Alcobaça

Alpiarça e Santarém são os destinos dos passeios seniores que a Câmara Municipal de Alcobaça [...]

Diplomatas moçambicanos visitaram escolas profissionais caldenses

O adido cultural e o adido protocolar da Embaixada de Moçambique, Carlos Paradona e Assane [...]

BE pede esclarecimentos

Os deputados do Bloco de Esquerda João Semedo e Helena Pinto questionaram o Ministério da [...]

Óbidos integra nova rede europeia ligada à criatividade

Óbidos integra a rede europeia Creative Spin, que junta 10 cidades europeias que partilham experiências [...]

Nerlei instala-se no Parque de Negócios de Alcobaça

A Nerlei – Associação Empresarial da Região de Leira vai vais instalar-se de forma permanente [...]


Actuais
Crónicas
 
 
 

2010 Gazeta das Caldas | Desenvolvido por Janela Digital