António Salvador escolhe MPT para se candidatar à Câmara da Nazaré

Publicado a 16 de Junho de 2013 . Na categoria: Destaque Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

António Salvador vai encabeçar a lista do Partido da Terra – MPT à Câmara da Nazaré, onde é actualmente vereador eleito pelo PSD. O também arquitecto na Câmara das Caldas da Rainha e proprietário do Jornal das Caldas e do Região da Nazaré assume a condição de independente nas autárquicas deste ano, tendo já entregado o cartão de militante do PSD. Mantém-se, ainda assim, à frente dos Trabalhadores Social Democratas (TSD).
A candidatura de António Salvador não traz qualquer surpresa, a não ser a escolha do partido de matriz ecológica e rural. Uma escolha que justifica pela maior facilidade conferida às candidaturas apresentadas pelos partidos (como o facto de não pagarem IVA), em detrimento das candidaturas independentes.
Em 2005 o arquitecto integrou a candidatura independente encabeçada por António Trindade (que também já anunciou a sua candidatura às próximas autárquicas) e conseguiu ser eleito vereador. Mas acabaria o mandato a apoiar Jorge Barroso (presidente eleito pelo PSD), que ficou sem maioria no executivo nazareno depois de se incompatibilizar com o seu vice-presidente, Reinaldo Silva, também do PSD.
Em 2009 António Salvador integrou a lista de Jorge Barroso, voltando ao PSD. Mas agora foi ele quem entrou em ruptura com o edil, acabando por renunciar aos pelouros que lhe tinham sido atribuídos e ao cargo de vereador a tempo inteiro. Desde então, tem tornado pública a sua discordância com algumas das medidas adoptadas pelo executivo. Ao longo deste tempo o arquitecto afastou-se também do PSD da Nazaré, acabando mesmo por mudar a sua militância para a concelhia das Caldas da Rainha.

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A Escola de Sargentos do Exército (ESE) comemorou o seu 32.º aniversário no passado dia 7 de Junho com um conjunto de eventos, que teve como ponto alto a cerimónia militar, no passado dia 7 de Junho. Foi uma manhã cheia, com diversas cerimónias oficiais, concluída com uma demonstração de actividades militares.
Numa época de dificuldades, o comandante da escola, o coronel Barros Duarte, fala da necessidade de sacrifícios que não devem, no entanto, “representar um obstáculo ao futuro” da ESE.
Perante uma plateia que juntava entidades oficiais civis e militares, os alunos em parada, várias instituições caldenses e ainda antigos militares e familiares, o comandante disse que tinha consciência “que os tempos vindouros incorporam incerteza e representarão sacrifícios, mas acima de tudo temos que saber aproveitar as oportunidades que esta conjuntura comporta”.

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A intervenção nas arribas da Foz do Arelho, que inclui a sua requalificação e conservação, cuja conclusão estava prevista para inícios de Maio, ainda está incompleta, faltando a colocação das guardas nos passadiços.
Como os pisos estão concluídos, faltando as protecções para quem circula, aquele equipamento torna-se bastante perigoso nalguns pontos. Apesar de haver a indicação de que é proibida a circulação, sabe-se que na fase em que aquilo está, é um convite para a maioria das pessoas fazerem aqueles percursos, ignorando o perigo que correm.
Mas certamente cabe ao dono da obra prevenir e evitar que possa ocorrer algum acidente, agora que se está a iniciar o Verão, quando a zona é visitada por muitos milhares de pessoas.
De acordo com o presidente da Câmara em exercício, Tinta Ferreira, a empresa responsável pela intervenção, a Asibel, está a atravessar dificuldades e não consegue terminar as obras nos prazos inicialmente acordados.

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Rua Heróis da Grande Guerra reabre a 1 de Julho ao trânsito

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A Rua Heróis da Grande Guerra vai voltar a ter carros a 1 de Julho. A sua reabertura estava prevista para meados de Maio, mas o atraso da empresa que deveria entregar as floreiras para separarem os peões dos carros em circulação, atrasou o regresso do tráfego automóvel.
Tinta Ferreira, presidente da Câmara em exercício, justifica a colocação das floreiras naquela rua, não apenas por uma questão de decoração, mas também para impedir o estacionamento abusivo e  “criar uma barreira que oriente as pessoas a atravessar apenas na zona das passadeiras”, explicou à Gazeta das Caldas.
O autarca pede desculpa aos comerciantes que queriam ver a rua aberta o mais rapidamente possível, mas entende que era arriscado fazê-lo sem essa questão estar concluída.

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A Semana do Zé Povinho

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Frederico Silva está novamente em destaque. Uma semana depois de vencer pela primeira vez um torneio profissional, o Future em Portimão, o tenista caldense de 17 anos voltou aos torneios do circuito júnior, e logo para obter uma brilhante vitória na mítica terra batida de Roland Garros. Foi o segundo triunfo do português nos torneios mais prestigiados do mundo, após ter vencido no US Open no ano passado, ambas em pares, numa aliança com o britânico Kyle Edmund.
A vitória importa, obviamente, por tudo o que significa, mas mais importante talvez seja o cimentar do nome Frederico Silva nos courts mundiais. No último ano de júnior, este jovem caldense já é o oitavo melhor português no ranking profissional, ocupando nesta altura o lugar 726 do ranking mundial (o objectivo era o top 750).
À chegada a Portugal contou que Rafael Nadal – que acabou por ganhar a competição principal pela oitava vez – lhe desejou sorte para o encontro. Poderá haver melhor estímulo para um jovem do que ver o seu valor reconhecido pelos grandes campeões?!
Zé Povinho felicita este ás dos courts, tal como ao treinador Pedro Felner, um dos grandes responsáveis pelo seu percurso na competição.

A troika já não se enxerga. Na última semana soube-se que um dos parceiros dessa tríade – o FMI – começou a colocar-se de fora das consequências das medidas que impuseram à Grécia. Afinal as culpas são atribuídas especialmente às autoridades europeias, que foram mais papistas que o Papa nos cortes cego aquele país.
O processo de ajustamento português, também comandado pela troika que calhou em sorte aos portugueses, apresenta igualmente fissuras incríveis, assistindo-se a um passa-culpas entre os seus membros.
Portugal parece ter entrado num laboratório de loucos – não dos filmes humorísticos mas de terror – gerido por essa troika e os seus acólitos nacionais, onde parecem querer escalpar cada um dos portugas…
Zé Povinho só acreditará na capacidade e na “honestidade científica” desses tais técnicos internacionais do FMI, BCE e UE, quando as medidas que impuserem aos países de programa, se aplicarem também aos nacionais do respectivo países que trabalham nessas instituições internacionais. Seria um bom exemplo, que mostraria a sua coerência.
Se esses “rapazes” cheios de certezas, que periodicamente visitam Portugal com as suas receitas na mala, estão onde estão, devem-no ao país de origem e os seus salários e outras mordomias são pagos por todos os cidadãos europeus.
Assim, enquanto que os funcionários que impõem medidas duríssimas também não sofrerem na pele as consequências ao mesmo nível das suas nacionalidades no pagamento de impostos e no fim das isenções de taxas fiscais nas compras de bens que beneficiam, nunca haverá compreensão para a situação que sofrem as vítimas destes senhores.
O momento é cada vez mais crítico para os povos que caíram nesta rede e neste semana começa a levantar-se o véu sobre a “doutrina” que eles utilizaram sem qualquer comprovação científica.
Parafraseando Almada Negreiros: “Uma geração que consente deixar-se gerir por uma troika é uma geração que nunca o foi. É um coio d’indigentes, d’indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o troika, morra! Pim!

ESAD oferece cursos de curta duração a estrangeiros

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Entre os dias 15 de Julho e 20 de Setembro vão realizar-se na ESAD cursos de curta duração das suas várias áreas de ensino, destinados sobretudo a estrangeiros.
Da iniciativa fazem parte cursos de uma semana nas áreas da fotografia, design de tipografia, livros de artistas, pintura, bio-arte, design de cerâmica, food design, ilustração, azulejaria portuguesa, gravura e teatro.
Os cursos vão custar entre os 800 e os 1400 euros, preços que incluem o alojamento,  as refeições e o custo das actividades do programa social, que inclui também visitas direccionadas para o focus de interesse de cada curso.
Susana Rodrigues, directora da ESAD, diz que estas formações se diferenciam “pela aproximação que fazem à identidade cultural da região”.
Durante a estadia no Oeste serão feitas visitas guiadas a vinhas e restaurantes regionais, provas de vinhos, incursões na serra dos Candeeiros e Montejunto para desenho de campo, visitas a Óbidos, Leiria, S. Pedro de Moel e Lisboa, entre outros locais.
“Estamos seguros que esta iniciativa contribuirá para uma dinamização da economia local e trará notoriedade à escola, à cidade e à região”, disse Susana Rodrigues.
A ESAD.CR Summer School 2013 conta já com um conjunto de parcerias com entidades regionais que visam proporcionar ao público estrangeiro uma experiência onde se alia o desenvolvimento de competências e o conhecimento do pais e da região. A Óbidos Criativa, a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, o Europeia Hotel e a Equinócio, Atividades e Tempos Livres Lda. são alguns dos parceiros já confirmados desta iniciativa.

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Nenhum esforço camarário para o início da época de praia

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Há bastantes anos havia uma preocupação das várias autoridades que têm jurisdição sobre a Lagoa e a praia da Foz do Arelho, com a preparação daqueles espaços nas semanas anteriores à abertura da época balnear.
Apesar do mau tempo da passada semana a época de praia (informalmente) já se tinha iniciado no início do mês de Junho, tendo acorrido às praias da região centenas de pessoas.
Contudo, na Lagoa de Óbidos o abandono e a falta de cuidado dá nas vistas. O cais com interdição de acesso, está actualmente à mercê de quem queira aceder, mostrando a degradação que está em curso, cerca de meio século depois de ter sido construído e de poucas melhorias ter recebido neste período.

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ontem & hoje

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Postal Ilustrado, edição Pasaporte

Joaquim António Silva - 2013

A dezanove de Fevereiro de 1949, nascia nas Caldas da Rainha o seu primeiro centro comercial. Este edifício marcante, desenhado pelo arquiteto Camilo Korrodi, foi considerado na altura a melhor estação rodoviária do país, a mais luxuosa da Península Ibérica e uma das mais modernas da Europa. Em conjunto com a gare rodoviária abriu também um café, restaurante, sala de espera, bilheteiras, tabacaria e uma barbearia no centro de uma cidade com vida, bonita, com glamour, onde vinham a banhos pessoas de todo o país. Durante todo o dia, a “menina das partidas” anunciava aos altifalantes da estação as partidas e chegadas das camionetas no intervalo da música ambiente. A limpeza era impecável (havia um empregado, de fato de macaco e boné, que passava o dia a limpar os pingos de óleo do chão). As fardas, obrigatórias. A exigência dos proprietários, implacável. Aos domingos à tarde atuava uma pequena orquestra no café, num palco construído para o efeito. Aos Capristanos ia-se passear ou ouvir música na garagem ou no café. No restaurante, um dos mais conhecidos e caros do país, a cozinha era esmerada e havia gente de muito longe que vinha de propósito às Caldas para almoçar ou jantar. Até um programa de rádio foi emitido a partir das oficinas. Um verdadeiro luxo para a época.

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Ligeiro decréscimo este ano nas ofertas para o Banco Alimentar

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Nos dias 1 e 2 de Junho foram recolhidas 2.445 toneladas de alimentos para ajudar as famílias com comprovadas carências alimentares de todo o país, numa altura em que os portugueses se vêem a braços com cortes de rendimentos e dificuldades acrescidas em fazer frente às despesas. Isso acabou por se reflectir em valores menores aos registados aos da campanha homóloga, em Maio de 2012, em que tinham sido recebidas 2640 toneadas de alimentos. Ou seja, houve uma redução de 195 toneladas a nível nacional.
Na região Oeste a populaçao também respondeu em força ao apelo do Banco Alimentar e contribuiu com um total de 67,6 toneladas de alimentos nos pontos de recolha dos concelhos de Alcobaça, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos e Peniche. No entanto, este valor representa um decréscimo de 15,5% em relação ao total de géneros alimentares recolhidos na campanha do ano ano passado para o Banco Alimentar do Oeste. “Isto confirma a deterioração das condições económicas e, em particular, a contracção do rendimento disponível das famílias”, diz um comunicado da instituição.

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Uma obra parada em Alfeizerão

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Há muito tempo que o pavimento sobre a Vala do Moinho, à saída de Alfeizerão e na direcção do Casal da Ponte, necessitava de obras. E no momento em que se verificou a destruição da protecção do lado direito, provocada pela máquina corta-sebes da Junta de Freguesia, as coisas pioraram e o perigo agravou-se ainda mais naquele troço da estrada onde, diariamente, circulam largas dezenas de veículos.
Finalmente, há cerca de dois meses, a Câmara de Alcobaça iniciou os trabalhos que se impunham. A obra foi decorrendo lentamente e depois de construídas as partes laterais, os chamados pontões, os funcionários da Câmara em fins de Maio nunca mais apareceram.
A presidente da Junta de Alfeizerão, Natividade Marques, questionada sobre esta situação, informou que aguarda a todo o momento que sejam colocadas as respectivas protecções e seja feito o arranjo do pavimento naquela zona, ou seja, o seu alcatroamento.

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