Ingleses não esquecem os seus heróis

Publicado a 28 de Novembro de 2010 . Na categoria: Actualidade Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

O grupo do British Historical Society of Portugal junto ao túmulo do tenente-coronel George Lake

Um grupo de 30 membros da British Historical Society of Portugal prestou homenagem ao tenente-coronel George Lake no seu túmulo na Serra do Picoto. Este oficial inglês foi abatido pelas tropas napoleónicas a 17 de Agosto de 1808, no decurso da Batalha da Roliça.

A homenagem teve lugar a 11 de Novembro, dia em que a Inglaterra e outros países do mundo, recordam os seus soldados mortos em combate.

British Historical Society of Portugal tem como objectivo recuperar, preservar e recolher o máximo possível da história dos ingleses no nosso país, e promover o interesse pela história das relações anglo-portuguesas.

A cerimónia iniciou-se no alto da Serra do Picoto, junto ao cruzeiro, com dois minutos de silêncio. De seguida a comitiva rumou para junto do túmulo do tenente-coronel para aí depositar uma simbólica coroa de papoilas.

A esta iniciativa associou-se o município do Bombarral, cujo presidente, José Manuel Vieira, também depositou uma coroa de flores junto do túmulo do oficial inglês.

Os membros daquela sociedade visitaram também a exposição “Dos finais da Monarquia aos nossos dias”, acompanhados pelo seu autor, José Camacho Vieira.

P.A.

Real Taberna abriu na Rua Manuel Mafra

Publicado a 26 de Novembro de 2010 . Na categoria: Economia Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Helio Sousa e a sua mulher Carla são os proprietários deste novo estabelecimento caldense

Abriu a 16 de Outubro no 43 B da Rua Manuel Mafra, no Bairro da Ponte, o restaurante Real Taberna. Neste espaço, para além dos almoços e jantares, é possível também encontrar petiscos, ou simplesmente beber um café.

Este era um sonho antigo do casal Carla e Hélio Sousa, agora tornado realidade. Hélio trabalhava numa empresa de equipamentos de construção civil, que pela crise foi forçada a reduzir pessoal.
“Saí da empresa com um acordo, juntei a indemnização com alguns apoios do IEFP e investi neste negócio”, disse, sem, contudo, revelar o montante do investimento.
O espaço apenas tinha preparada uma saída de fumos e foi preciso dividir os espaços, montar a cozinha com os devidos equipamentos e tratar da decoração.
A Real Taberna dispõe de duas salas, uma para café e snack-bar, onde se pode tomar um café e pequenos petiscos, de entre os quais os proprietários destacam as moelas, a salada de polvo, pãezinhos com farinheira, chouriço, ou leitão, e salgadinhos.
Um curto corredor separa o café da sala de refeições, onde os clientes podem usufruir da sua refeição sem comprometer a privacidade em relação à outra sala.
A aposta de Carla e Hélio Sousa é “uma cozinha de qualidade, que convença o cliente a voltar e trazer mais pessoas”. O ambiente do próprio estabelecimento é também um argumento: “temos música ambiente, mas não temos televisão para termos um espaço agradável onde as pessoas possam conversar sem o ruído habitual da televisão”.
As especialidades são um bife e um bacalhau Real Taberna, e durante o Concurso de Gastronomia da ACCCRO é possível ainda degustar o prato defendido pela casa – Língua Estufada com Batata e Migas.
Quanto a preços, uma refeição de prato do dia pode ficar entre 8 e 9 euros, menos dois euros se for mini-prato, e o horário de funcionamento é de segunda a sábado das 10h00 às 22h00.
Joel Ribeiro

Dicas para gerir o dia-a-dia com pouco dinheiro

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Dicas para gerir a vida quotidiana com pouco dinheiro é a proposta da autarquia, Agrupamento de Escolas Josefa d’Óbidos, Segurança Social e Centro de Emprego das Caldas da Rainha, para ajudar as famílias desfavorecidas do concelho de Óbidos.O seminário irá decorrer no próximo dia 3 de Dezembro, pelas 14h30, no auditório da Casa da Música e está inserido na medida Mais Inclusão, Melhor Cidadania,  que pretende desenvolver um trabalho de intervenção de proximidade com algumas famílias desfavorecidas.O seminário terá início pelas 14h45 com o painel sobre a economia doméstica, seguindo-se um outro sobre cozinha doméstica e um terceiro sobre apoios sociais. Tem por objectivo contribuir para a diluição das assimetrias sociais que vão surgindo entre as gerações mais jovens e da fixação progressiva de profissionais altamente qualificados no território de Óbidos por oposição a outros com parcos recursos escolares, profissionais e sociais. O seminário tem entradas gratuitas.
F.F.

Doces e licores resistem à crise

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Cerca de 35 mil pessoas passaram este ano pelo Mosteiro de Alcobaça

Não houve mau tempo nem crise que impedisse os gulosos de irem a Alcobaça entre os dias 18 e 21 deliciarem-se com as iguarias ancestrais e as novas receitas inspiradas nos doces feitos por monges e monjas, frades e freiras, que outrora habitavam os conventos e mosteiros espalhados pelo país e pela Europa. A XII Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais chegou este ano aos 35 mil visitantes, mais cinco mil que no ano passado, um número que ultrapassou as expectativas dos vendedores e da autarquia alcobacense, que organiza o certame.Os primeiros dias de mostra foram animados, principalmente pelos mais pequenos. Pelo Mosteiro de Alcobaça passaram alunos de várias escolas do 1º ciclo e de jardins-de-infância do concelho, que puderam pôr mãos na massa e fazer os seus próprios doces conventuais, ajudados pelos alunos da Escola Profissional de Agricultura da Região de Cister. E a presença da RTP no evento levou também muita gente ao Mosteiro.Já no fim-de-semana, habitualmente os dias mais fortes do certame, a chuva que teimava cair e o facto de os doces serem quase um luxo em época de contenção, faziam prever o pior. Mas ao final da tarde de sábado começava já a notar-se a ruptura de stocks de alguns dos 38 participantes que este ano estiveram presentes no evento, vindos de norte a sul do país, incluindo Açores e Madeira e também de Espanha, França, Bélgica, Polónia e Brasil.“Muitos vendedores, principalmente os que vieram de fora, pensavam que não iam vender tudo quanto trouxeram e acabaram por vender tudo antes do final da mostra”, garantiu à Gazeta das Caldas a vereadora da Cultura da Câmara de Alcobaça, Mónica Baptista. E aponta como exemplo a Casa do Pão de Ló de Ovar, estreante no certame, que na noite de sábado teve que mandar um dos funcionários ir buscar mais produtos, que acabou por vender na totalidade durante o dia de domingo.Os workshops para crianças e para famílias, a recriação do casal histórico D. Pedro e D. Inês de Castro, que acenavam aos visitantes e posavam para fotografias, e a figura de um monge a fazer de mascote do evento, foram outras novidades de uma mostra que se afirmou já como um dos maiores eventos que decorrem anualmente em Alcobaça, a par com o Cistermúsica, capaz de atrair muita gente de fora à cidade. Mas em tempos de cortes nas despesas das autarquias, Mónica Baptista salienta que “este tipo de eventos merece uma atenção especial”.Este ano os cerca de 40 mil euros que custaram a mostra foram financiados em cerca de 80% por fundos comunitários e “só assim foi possível fazer o evento com a mesma dimensão e publicitá-lo nas rádios e na televisão”. Para o ano, a autarquia pretende fazer nova candidatura ao Quadro de Referência Estratégico Nacional para que a mostra volte a ser financiada, mas o apoio não está garantido. “Não se pode cortar só porque sim, correndo o risco de perdermos o que já ganhámos em 12 edições. Acho que a contenção terá que passar por uma reflexão muito grande daquilo de que se pode prescindir sem que o evento perca a dignidade e a qualidade que tem”, defende a vereadora.No rescaldo da edição deste ano, para a qual a autarca diz ter sido fundamental o empenho de muitos dos trabalhadores da autarquia, Mónica Baptista deixa já em aberto que uma das apostas do próximo ano passará pelos momentos de animação que captem o público juvenil e idoso.Fica a promessa: os doces e licores conventuais estarão de volta a Alcobaça em Novembro de 2011. E haverá novidades. “Temos que manter nos visitantes a vontade de quererem vir à mostra todos os anos”, promete a responsável.

Pastelaria Alcoa e Mosteiro de Singeverga vencem concurso

Mais uma vez, a mostra alcobacense premiou o melhor doce conventual e o melhor licor presentes no certame.“Ovos do Paraíso” da Pastelaria Alcoa, foi o doce escolhido pelo júri, constituído por Vítor Sobral, Daniel Pinto (director da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste), João Fonseca e Dina Gabriel, professores da Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento da Região de Cister (EPADREC). A pastelaria alcobacense acumula mais um prémio no concurso anual, que já venceu por diversas vezes.Já nos licores conventuais, o Licor de Singeverga (Santo Tirso) obteve a maioria dos votos do júri composto na totalidade por professores da EPADREC – José Cruz, Anabela Costa, Luís Matos, Melanie Alves, Silvino Ferreira e Vera Nascimento.

Joana Fialho

jfialho@gazetacaldas.com

Jardim Vilakula renovou equipa

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O jardim-de-infância tem capacidade para 40 crianças

O jardim-de-infância Vilakula, na rua Almirante Gago Coutinho, renovou a sua equipa e tem uma nova gestão que pretende apostar nas actividades para além do horário escolar normal.

Inaugurado há dois anos, este equipamento partilha instalações com o Fora D’Aulas, um projecto de sala de estudo para crianças até aos 17 anos, que está instalado no primeiro andar do edifício.
As proprietárias da empresa “Jardim Vilakula – Actividades de Apoio à Infância e Educação Pré-Escolar, Lda”, Sónia Ferreira e Susana Fonseca, partilhavam a gestão de ambos os espaços.
Como Susana Fonseca está ausente por motivos pessoais, a sua sócia na empresa assumiu a gerência do jardim-de-infância e quer imprimir uma nova dinâmica.
“Como a escola pública não consegue dar resposta aos horários de muitos pais, queremos apostar nessa vertente”, explicou Sónia Ferreira. As crianças podem frequentar o Vilakula a partir das 8h00 ou depois do horário normal, estando o jardim-de-infância a funcionar até às 19h30 (com uma tolerância de meia-hora até às 20h00).
Outra modalidade que a empresa está a implementar é a de “baby-sitting”. Os pais que se inscrevam anualmente para este serviço podem em qualquer altura deixar os seus filhos pelo período de tempo que lhes for mais conveniente sem necessitarem de frequentar o espaço assiduamente. “Quando os pais precisarem podem deixar os seus filhos durante uma hora ou duas”, referiu a responsável.
Um dos serviços mais requisitados do Vilakula é o das férias escolares porque quando as escolas estão encerradas muitos pais não têm onde deixar os seus filhos durante o dia.
A equipa é composta por Sónia Ferreira, técnica superior de Educação e licenciada em Psicopedagogia, um monitor de actividades e um técnico de acção educativa. A empresa quer também contratar uma educadora de infância para reforçar a equipa.
Com capacidade para 40 crianças dos três aos seis anos de idade, têm actualmente nove utentes e por isso querem diversificar a oferta.
Do currículo, para além do habitual nos jardins-de-infância, fazem parte ainda a Ginástica, Música e Inglês. Como actividade extra-curricular têm a Natação, nas piscinas dos bombeiros das Caldas.
A sala de estudo tem 30 utentes, havendo apenas vagas para o ensino regular, porque para o ensino das necessidades especiais a capacidade está esgotada. Durante as férias escolares o número de utentes aumenta quase para o dobro. Principalmente nas férias de verão, altura em que promovem programas específicos que incluem idas à praia e outras actividades recreativas, mas produtivas.
Pedro Antunes

Tratamentos de osteopatia na delegação da Cruz Vermelha

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A delegação caldense da Cruz Vermelha irá promover uma jornada de tratamentos de osteopatia nos dias 7 e 8 de Dezembro. A iniciativa é aberta ao público em geral, embora sujeita a inscrição prévia, e irá decorrer entre as 10h00 e as 19h00. O preço é de 5 euros para membros da Cruz Vermelha e de 10 euros para não membros. Os interessados em obter mais informações poderão contactar os tel. 262836300, 960008033, 961560379 ou aceder a www.caldasdarainha.cruzve rmelha.pt
F.F.

Rotários das Caldas homenageiam historiador João Serra

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João Serra é o profissional do ano 2010/11

O historiador e actual vogal executivo da Guimarães Capital da Cultura 2012, João Serra, será o Profissional do Ano homenageado este ano pelo Rotary Club das Caldas. A cerimónia terá lugar no restaurante “A Lareira” no próximo dia 29 de Novembro, às 20h30. Os rotários caldenses convidam a população a participar neste acto de reconhecimento público, “que se pretende plena de alegria e amizade”. Destacam o seu exemplo de profissional que, ao longo da sua vida se tem dedicado às mais variadas causas regionais e nacionais. Estes eventos de reconhecimento público levados a efeito pelo Rotary, são também uma via para enaltecer os “esforços, o entusiasmo, a motivação o estoicismo que os lideres profissionais aplicam nas suas acções, dando provas de uma grande determinação na construção das suas carreiras profissionais de sucesso, exemplos que estamos determinados em divulgar”, dizem em nota de imprensa.As reservas para o jantar, que custa 20 euros por pessoa, poderão ser feitas até amanhã, 27 de Novembro, na Papelaria Vogal (tel. 262841549) e na Agência Neves (tel. 262834536).
F.F.

Gaeiras já tem uma farmácia

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O director técnico José Ezequiel no primeiro dia de funcionamento da farmácia, quase seis anos depois de ter dado início ao processo

Uma aspiração de longa data da população gaeirense foi finalmente concretizada por José Ezequiel, que abriu nas Gaeiras a Farmácia Senhora da Ajuda. O antigo funcionário da farmácia Rosa, nas Caldas da Rainha, iniciou um moroso processo burocrático há perto de seis anos e só agora conseguiu obter todas as autorizações para a abertura do equipamento que dará resposta, não só aos cidadãos daquela freguesia, como das limítrofes.

A Farmácia Senhora da Ajuda possui cerca de 10 mil caixas de medicamentos em stock e, além de prestar os serviços normais das farmácias, a partir de Dezembro começará  a fazer a colheita de análises clínicas e gestão terapêutica. O responsável pondera ainda implementar outros serviços “à medida que for conhecendo melhor a população e tendo em conta a própria sugestão das pessoas”.
Caso não tenham o medicamento necessário na hora, o farmacêutico compromete-se a tentar arranjá-lo em pouco tempo e, caso seja necessário, ir entregá-lo a casa do cliente. As entregas ao domicílio são um serviço que as farmácias começam a implementar e, no caso das Gaeiras, tornou-se mais necessário porque ainda não têm todos os produtos que a população procura.
Além disso, as populações limítrofes, de A-dos-Negros ou Usseira, por exemplo, “não têm farmácia e têm que aqui deslocar-se, pelo que se não tiver o medicamento na hora, vou depois entregá-lo”, explicou José Ezequiel.
O também farmacêutico anda com o processo da criação deste equipamento de saúde há quase seis anos, altura em que decorreu o concurso público para abertura da farmácia naquela vila a que concorreu, juntamente com outros 41 interessados, e preencheu todos os requisitos, ficando em primeiro lugar. Concorreu às Gaeiras por se tratar de uma localidade perto das Caldas e também por ter família nas proximidades.
“Abrir uma farmácia não é um processo fácil”, realça, dando conta da morosidade do sistema. Durante todo este tempo continuou a trabalhar como farmacêutico nas Caldas, onde também reside.
“Ao fim de 15 anos a fazer o que gosto, mas a trabalhar para outros, vou fazer o que gosto mas a trabalhar para mim”, salientou José Ezequiel, que ali fez um investimento total de 200 mil euros.
O responsável destacou ainda o papel do presidente da Junta, Eduardo Silva, que foi “incansável para que a população das Gaeiras viesse a ter hoje uma farmácia, foi um lutador. A mim agora cabe-me responder da melhor forma a esse ensejo e tentar prestar os melhores cuidados de saúde em colaboração com a extensão de saúde”, afirmou.
A trabalhar consigo estão mais duas pessoas. A farmácia vai funcionar de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 20h00, e aos sábados, das 9h00 às 13h00. Fica situada na Travessa à Rua Principal nº 9.
Fátima Ferreira

Grupo Pituca já contempla cinco espaços nas Caldas da Rainha

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Já são cinco as Pitucas que o casal Sandra e Nuno Reis têm nas Caldas. A última – que representou um investimento de 70 mil euros – chama-se Pituca Caffé. Abriu há um mês na Rua Engenheiro Duarte Pacheco, nº17. Mas este café tem uma novidade: o serviço de restauração. Para o casal, esta novidade é mais um extra para colmatar as horas de menor movimento no estabelecimento, garantindo, no entanto, que vão continuar fiéis à pastelaria.“A ideia da restauração acabou por ser um capricho nosso para atender bem os nossos amigos. Não por questões comerciais”, argumenta Nuno Reis. Por isso, e sem grandes euforias, o casal não apostou na divulgação para “não sermos confrontados com muita gente, sem sabermos se a nossa cozinha correspondia e se nós próprios tínhamos capacidade de mão-de-obra suficiente atrás do balcão para satisfazermos todas as pessoas”. O objectivo da implementação dos pratos tem uma justificação: “é uma oportunidade para que esta loja não fique vazia na hora de almoço”, diz Nuno Reis. “No entanto, não nos podemos esquecer que a nossa base é a pastelaria. Na restauração estamos ainda a aprender e a desenvolver”, acrescenta. Assim, e tal como os restantes estabelecimentos da rede, a Pituca Caffé prima pela pastelaria – onde aos fins-de-semana já se encontram os sonhos, coscorões, azevias e bolos-reis – e pelo local de fabrico do pão (feito pelo próprio proprietário).  Voltando à restauração, a aposta da ementa tem sido os pratos do dia. São geralmente os primeiros a sair e custam 4,50 euros. Pretendem ser uma mais-valia para quem não quer gastar muito dinheiro nem estar muito tempo a ser servido. O bacalhau e o peixe grelhado são os mais pedidos, e sempre com decorações quase ou tão elaboradas como os pratos mais caros. Exemplo disso é inclusive a sopa do dia. São cremes de cenoura, espinafres, agrião, abóbora ou ervilha, mas podem ser polvilhadas com ovo e/ou com raminhos de ervas aromáticas. Custam 1,10 euros.   A par do prato do dia existem os famosos bitoques (de vaca a 5,50 euros e de porco a 4,50), salteados de chocos ou de frango por 3,75 euros ou as massas que custam 4,50. “Vamos acrescentar à ementa mais salteados, vegetarianos, saladas e crepes salgados”, informa Sandra Reis. “Têm saído muito os legumes salteados, mas curiosamente nunca saiu nenhum hambúrguer de soja”, acrescenta.Para confeccionar estes pratos, Sandra e Nuno Reis contrataram a cozinheira Cláudia Martins, de 28 anos, natural do Cadaval, que tirou o curso de Mesa, Bar e Cozinha, num centro de formação em Alverca. A jovem cozinheira diz que a sua especialidade é a lasanha de marisco, que às quartas-feiras de 15 em 15 dias faz as delícias dos clientes da Pituca Caffé. Quando a sobremesas, destaque para a mousse de chocolate branca ou de manga, os pudins e a serradura que pode ser simples ou com ananás. A Pituca Caffé tem seis funcionários – quatro atrás do balcão e duas na cozinha. Todos cumprem um dress code: roupa preta e avental vermelho, tal como a decoração do estabelecimento. Além disso, e ainda neste mês, os colaboradores vão iniciar formações que se prolongarão para 2011. “Terão aulas de atendimento, técnicas de venda, inglês, gestão de equipas e gestão de reclamações. Naturalmente que os bolos têm que ser bons, mas acreditamos que é no atendimento que está a diferença”, afirma Sandra Reis.   A Pituca Caffé está aberta ao público todos os dias, das 7h até às 20h. Mas na época de Natal só encerram às 22h.
Tânia Marques

tania.marques@gazetacaldas.com

Angariação de fundos para doentes com Esclerose Lateral Amiotrófica

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A Quinta do Castro, em Pragança (Cadaval), recebe a 28 de Novembro, a partir das 13h00, um almoço de angariação para apoio a doentes com ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), que vai contar com a presença de artistas nacionais, entre eles Ana Moura e João Afonso.O almoço é organizado pela APELA (Associação Portuguesa de Esclerose Lateral Amiotrófica), com o apoio da Câmara do Cadaval, e é aberto a toda a comunidade que queira apoiar esta causa solidária.A ELA é uma doença rara, neurodegenerativa, progressiva e fatal. A associação foi criada para promover a divulgação da natureza da doença e prestar apoio a doentes, bem como a familiares, no sentido de os esclarecer e ajudar na resolução dos seus diversos problemas. A inscrição é de 15 euros por pessoa (com direito a almoço e animação). Para reservas e informações, a APELA pode ser contactada através dos tel. 964586382 ou 213878719.
P.A.


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