A Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste tem vindo a afirmar-se como um exemplo de um estabelecimento de ensino que sabe estabelecer parcerias com a comunidade, razão pela qual tem vindo a tornar-se cada vez mais conhecida.
Ainda nesta semana foi visitada por uma comitiva de Chipre, já recebeu também a visita de um representante do Azerbeijão e conta agora com uma formadora cabo-verdiana. Nada que o seu director, Dr. Daniel Pinto, não tenha prometido, segundo declarações que fez à Gazeta em 29/10/2010 sobre os seus propósitos de abrir a escola à comunidade funcionando como um parceiro de produção de serviços turísticos.
Ainda por cima a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste é um dos poucos casos de sucesso de um entidade que tem um pé em Óbidos e outro nas Caldas, com valências bem definidas e sem quaisquer conflitos ou tensões entre ambos os pólos.
Pelo dinamismo demonstrando, o director Daniel Pinto, merece, pois, o aplauso de Zé Povinho, que o incentiva a prosseguir estas boas práticas que levarão certamente a tornar esta escola oestina do Turismo de Portugal numa referência nacional e até mesmo internacional.
Duzentos ou trezentos mortos? 233 em Tripoli e 300 em Benghazi, a segunda cidade da Líbia? Há quem diga que uma pessoa assassinada pela polícia já é um drama, mas centenas delas são uma estatística. Uma estatística, realmente que, por muito pouco precisa que seja (as notícias vindas daquele país são contraditórias), só contribui para manchar ainda mais o ditador Muammar Kadhafi que teima em não perceber o que aconteceu na Tunísia e no Egipto, ameaçando transformar a Líbia num mar de sangue só para se manter agarrado ao poder até ao último momento.
Zé Povinho receia que entre o fecho desta edição e o dia em que este jornal chegue às mãos dos seus leitores a Líbia tenha contabilizado mais algumas dezenas ou centenas de mortes. E por isso só pode lamentar e evidenciar o seu enorme desprezo pelo terrorista e ditador Kadhafi, o mesmo que agora todos querem ver apeado do poder, mas que até há bem pouco tempo era um parceiro económico e – aparentemente – de confiança para muitos governos ocidentais (incluindo o executivo de José Sócrates com o seu pragmatismo na diplomacia económica) que sempre puseram os negócios à frente da exigência pelo respeito dos direitos humanos.





