Hoje, 30 de Setembro, pelas 21 horas, vai decorrer um concerto pelo músico brasileiro Moacyr Camargo na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, nas Caldas da Rainha, na rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
No sábado, dia 1 de Outubro, entre as 15h00 e as 18h00, vai decorrer no mesmo local um colóquio espírita sobre “Mediunidade, Pensamento e Arte”.
Ambos os eventos são gratuitos.
A Assembleia de Freguesia do Nadadouro reúne em sessão ordinária na sede da Junta de Freguesia, pelas 18 horas, do dia 8 de Outubro.
Esta sessão por força da lei é pública.
A Presidente da Assembleia de Freguesia
Alice Gesteiro
Somos uma Associação de Protecção Animal sem fins lucrativos, recentemente formada, sediada no Instituto Português da Juventude.
Temos como principal objectivo controlar a supra população de animais abandonados/errantes.
Presentemente, apoiamos animais em sofrimento por abandono ou negligência, colaboramos no Centro de Recolha de Animais da Câmara Municipal de Caldas da Rainha, cuidando e promovendo a adopção responsável.
Decorreu no Centro de Desenvolvimento Comunitário do Landal a “Festa das Vindimas” no dia 24 de Setembro. Esta iniciativa teve como objectivo promover e incentivar o trabalho dos viticultores da região.
Houve um concurso para “Melhor cacho de Uvas 2011” que tinha como júri o Sr. António José Almeida e o Sr. José Domingos, ambos viticultores da região, o Dr. José Coutinho representante da Leader Oeste, o Eng. Francisco José Carlos representante da DRAPLVT de Santarém e o Sr. Carlos Carvalho membro da direcção do Centro.
Neste concurso cada participante trouxe um ou mais cachos de uvas de mesa ou para vinificação onde tiveram exposto durante a noite e depois foram a votação.
Na ultima edição da Gazeta, fontes equívocas ou erróneas levaram a que se tivesse publicado que “o programa Escola Segura teve início em 1992”, o que implicaria que esse programa tivesse sido concebido e posto em prática pelo último governo de Cavaco Silva. Tal não corresponde à verdade.
O programa Escola Segura foi criado, lançado e generalizado a todos os distritos do País em 1996, com o primeiro governo de António Guterres, em que me coube a responsabilidade da Administração Interna (1995-1997).
A denominação Escola Segura foi então (1996) a escolhida para designar um programa inovador, concebido no âmbito de uma nova orientação para a actividade policial (policiamento de proximidade e por programas) contrastante com a anteriormente adoptada (concentração, superesquadras). E nasceu como um programa de âmbito nacional, especialmente orientado não só para a protecção das escolas e áreas envolventes, como para a aproximação entre crianças e jovens e a polícia.
Foi com uma certa graça que li uma circular-convite a favor de um jantar para angariação de fundos a favor da Ermida do Espírito Santo.
Este Portugal está feito numa tenda ordinária de circo.
O Museu do Hospital e das Caldas convida os “palhaços” para, e cito, ”Jantar com ambiente exclusivo apresentado de uma forma pouco comum, acompanhado de Música Jazz e posteriormente DJ”. Fim de citação…
A minha consciência, o meu sentido cívico e o meu dever de cidadão dizem-me que devo escrever esta carta. Parece que cada vez mais o cidadão comum está esquecido das suas responsabilidades e tem uma postura de passividade para com aquilo que se passa na actual sociedade.
Sou caldense desde 2008, gosto desta cidade, da sua herança cultural e a sua história fascina-me. Vivi 40 anos de estudo e de trabalho em Paris e tenho presente na minha personalidade o património e a cultura francesa. Inequivocamente devo isso ao meu país de adopção (a França) e estou orgulhoso dos seus valores e códigos de honra de um país a quem eu tudo devo.
Voltei ao meu país de origem e morei dez anos na região do Ribatejo, entre Santarém e Cartaxo, em Atalaia, que é a terra das minhas origens.
Quarta edição deste livro com 24 textos – 18 em prosa e 6 em verso. São bem variados os autores desde o Príncipe do Mónaco em 1895 («ofereci-lhes a oportunidade de sermos nós a rebocar o cachalote até ao local para onde o queriam conduzir») a Raul Brandão: «Duma que vi morta no Cais do Pico tinham retirado trinta quilos de massa escura, âmbar, que valia muitos contos de réis. Por toda a parte vasilhas ensebadas, barris de óleo, montões de ossos, resíduos de lenha e toucinho branco cortado em bocados».
O início do ano letivo é um acontecimento extremamente importante, cada criança tem áreas de competência e talento.
A aprendizagem é uma atividade individual que se refere a todas as informações recebidas, as quais recebem um significado; sendo assim, a dificuldade em aprender indica uma falha na aquisição ou utilização de informações ou na habilidade para a solução de problemas. Desta forma, as dificuldades de aprendizagem podem se manifestar por dificuldades na aquisição e uso da leitura, escrita, raciocínio ou habilidade matemática, podendo envolver problemas na linguagem oral (fala).
A leitura do título da crónica desta semana, poderá induzir o leitor em erro. É que, nunca o autor destas linhas, nestes mais de 35 anos de vivência na América do Norte assistiu a qualquer sessão de cinema ao ar livre, ou no parque, como por aqui se diz. Para nós, cinema ao ar livre, lembramo-nos apenas de uma ou duas sessões, nas cálidas noites de Luanda, durante a curta, mas intensa estadia, que passámos naquela cidade no cumprimento do serviço militar obrigatório, em pleno PREC (processo revolucionário em curso), no período compreendido entre os meses de Outubro de 1974 e Outubro de 1975, e das quais guardamos boas e más recordações. De todas as sessões cinematográficas a que então assistimos, a que mais nos marcou numa daquelas noites tórridas dos trópicos, foi sem dúvida a visualização algures em Luanda, do primeiro, e para nós o melhor de todos os filmes da popular série, Emmanuelle, com a belíssima e sensual actriz holandesa Sylvia Kristel, (impensável antes da Revolução de Abril). E, não fora o facto do parque cinematográfico ficar situado num dos morros sobranceiros à cidade, com uma vista esplendorosa sobre a magnífica baía da capital angolana, outras recordações haveria se, enquanto o filme passava na tela, não fôssemos simultaneamente obrigados a assistir ao rasto luminoso das balas tracejantes dos «soldados» dos três Movimentos de Libertação (MPLA, FNLA e UNITA) que já na altura lutavam entre si, pelo controlo político e militar daquela riquíssima antiga colónia portuguesa. Foi assim, na Luanda de meados dos anos setenta do século passado e nas magníficas instalações que na altura nos oferecia o cinema Miramar, como o nome diz, «mirando» o mar, que pela última vez assistimos à projecção de cinema ao ar livre.




