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	<title>Gazeta Das Caldas</title>
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	<description>Semanário regional - Edição online</description>
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		<title>Suplemento Gaeiras</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Suplementos]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/suplemento-gaeiras.pdf">suplemento gaeiras</a> <a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/capssuplemento-gaeiras.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31890" title="capssuplemento-gaeiras" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/capssuplemento-gaeiras-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" /></a>
Gazeta das Caldas sempre teve uma relação próxima com as Gaeiras, quer pelo facto de ser uma das freguesias urbanas mais próximas da cidade das Caldas da Rainha, (apesar de pertencer ao concelho de Óbidos), quer pelo facto de durante vários anos haver trabalhadores do jornal que residiam naquela freguesia e que traziam notícias da vida da comunidade para as nossas colunas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/suplemento-gaeiras.pdf">suplemento gaeiras</a> <a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/capssuplemento-gaeiras.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31890" title="capssuplemento-gaeiras" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/capssuplemento-gaeiras-217x300.jpg" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
<p><strong><em>Gazeta das Caldas</em></strong> sempre teve uma relação próxima com as Gaeiras, quer pelo facto de ser uma das freguesias urbanas mais próximas da cidade das Caldas da Rainha, (apesar de pertencer ao concelho de Óbidos), quer pelo facto de durante vários anos haver trabalhadores do jornal que residiam naquela freguesia e que traziam notícias da vida da comunidade para as nossas colunas.</p>
<p>Por outro lado, como testemunha o suplemento e o que lhe deu origem – a Feira das Tasquinhas –, estamos perante uma pequena autarquia com enorme dinamismo social e associativo, bem como com uma vida económica bastante interessante.</p>
<p>Coincidência das coincidências, há mesmo uma colectividade local – a Sociedade Filarmónica e Recreativa Gaeirense – que foi fundada no mesmo dia que o nosso jornal a 1 de Outubro de 1925.</p>
<p>Mas <strong><em>Gazeta das Caldas</em></strong> tem demonstrado igualmente ao longo da sua vida de mais de 88 anos de idade, estar aberto a projectos deste tipo em colaboração com colectividades, instituições e autarquias, desde que através da publicidade se consiga dar uma sustentabilidade mínima ao mesmo.</p>
<p>O jornal, que é essencialmente dos seus leitores, de todos os seus leitores, tem pois o grato prazer de se associar, em colaboração com a agência ADN,  a esta festa popular e comunitária da freguesia das Gaeiras, a quem deseja os maiores êxitos.</p>
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		<title>Empossada Comissão de Acompanhamento para o Hospital Termal na sessão de 15 de Maio</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:10:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Painel]]></category>
		<category><![CDATA[15 de Maio]]></category>
		<category><![CDATA[Empossada Comissão de Acompanhamento para o Hospital Termal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A Comissão de Acompanhamento do Hospital Termal, que irá analisar quais as obras que deverão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/Fd4-grupo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31885" title="Fd4-grupo" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/Fd4-grupo-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A Comissão de Acompanhamento do Hospital Termal, que irá analisar quais as obras que deverão ser feitas para a sua reabertura, tomou posse formalmente no dia 15 de Maio e irá começar a trabalhar na próxima semana.</p>
<p>A equipa, essencialmente técnica, é constituída pelo vice-presidente da Câmara, Tinta Ferreira, a directora clínica do Hospital Termal, Conceição Camacho, e o geólogo José Martins Carvalho. Foram também convidados para integrar o grupo Henrique Graça, director técnico do Hospital Termal, Jorge Nunes, Delegado de Saúde das Caldas, o Delegado dos Serviços de Geologia e Minas e o ex-administrador do Hospital Distrital, Vasco Trancoso. A comissão ainda não está fechada e é “<strong>sobretudo uma questão técnica para analisar o problema das águas”</strong>, explicou o presidente da Câmara, Fernando Costa.<span id="more-31882"></span></p>
<p>Na cerimónia de atribuição das medalhas – a última a que presidiu &#8211; Fernando Costa, defendeu a urgência na realização deste estudo, que irá permitir realizar as obras conducentes à reabertura do Hospital Termal. O autarca justificou também a presença de Tinta Ferreira na comissão porque <strong>“a partir de 1 de Junho será ele o presidente da Câmara, porque eu vou suspender o mandato no final do mês”</strong>, disse. Dizendo-se “<strong>Atravessado</strong>” por suspender o cargo sem ter conseguido resolver a questão do Parque e Mata e Pavilhões, assim como da ampliação do Museu da Cerâmica.</p>
<p>Lamentando que o ministério da Saúde não dê a importância devida às questões do Hospital Termal, Fernando Costa disse que é altura de o município assumir a <strong>“direcção do termalismo, que é promissor”</strong>. Deixou também a garantia que há dinheiro para as obras necessárias e que são prioritárias em relação a outras, até porque, frisou, <strong>“vou deixar o município com todas as verbas liquidadas aos bancos”</strong>.</p>
<p>Durante a sessão foram entregues as medalhas de mérito educativo, cultural, desportivo, humanitário, comercial e a de Honra, já referidas na edição anterior e a que dedicaremos a próxima edição.</p>
<p>As comemorações do dia 15 de Maio começaram com a inauguração da obra de requalificação da Avenida da Independência Nacional, que deu lugar a um parque infantil, quiosque e espaço verde, pretendendo criar uma nova centralidade na cidade.</p>
<p><strong>“É uma mudança de paradigma, de uma avenida de automóveis estacionados em primeira e segunda linha, para um espaço de recreio para os mais novos”</strong>, disse o autarca.</p>
<p><strong>F.F.</strong></p>
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		<title>Artistas caldenses animaram concerto de 14 de Maio</title>
		<link>http://www.gazetacaldas.com/31879/artistas-caldenses-animaram-concerto-de-14-de-maio/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Painel]]></category>
		<category><![CDATA[14 de maio]]></category>
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		<category><![CDATA[Fernanda Paulo]]></category>
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		<category><![CDATA[Paulo Seixas e Carlos Caldas]]></category>
		<category><![CDATA[Rebeca]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Adelaide Ferreira, Rebeca, Fernanda Paulo, Kokab, banda Bico D’Obra, Inês André, António Alves, JC, Paulo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/discursofinal.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31880" title="discursofinal" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/discursofinal-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Adelaide Ferreira, Rebeca, Fernanda Paulo, Kokab, banda Bico D’Obra, Inês André, António Alves, JC, Paulo Seixas e Carlos Caldas foram os artistas que actuaram no espectáculo da noite de 14 de Maio na Praça 25 de Abril, cuja primeira parte foi preenchida com a actuação da banda Imaginary Friends (vencedores do concurso Caldas Dá-te Música 2013).</p>
<p>A noite começou fria e com pouco público, mas à medida que o tempo foi passando o ambiente aqueceu e a praça 25 de Abril acabou por ficar repleta de pessoas.</p>
<p>O espectáculo, quase totalmente composto por artistas caldenses e que contou também a apresentação de um grupo de bailarinas, terminou com o discurso do presidente da Câmara. “É a última vez”, disse Fernando Costa, enquanto pedia, como habitualmente neste espectáculo, que o assobiassem mais alto.</p>
<p>“Este espectáculo foi feito com a prata da casa, que vale ouro”, salientou o edil caldense, referindo-se ao facto de terem actuado apenas artistas das Caldas.<span id="more-31879"></span></p>
<p>Em jeito de despedida, Fernando Costa disse lamentar não ter conseguido resolver a questão do Hospital Termal antes de sair da Câmara. “É uma das coisas que mais me preocupa e espero que dentro de pouco tempo a dita bactéria seja afastada de vez, para que o Hospital Termal cumpra a missão que tem para com os doentes e para com a cidade”, afirmou.</p>
<p><strong> Câmara abriu cordões à bolsa em ano de eleições</strong></p>
<p>O concerto deste ano custou cerca de 20 mil euros, sendo que mais de metade da verba (11 mil euros) foi para o aluguer do palco, som e luz. Mesmo assim, foi o palco mais pequeno que alguma vez foi instalado no concerto de 14 de Maio. O valor a pagar aos artistas foi de oito mil euros. No fogo de artifício foram gastos 4.300 euros.</p>
<p>Em ano de eleições a Câmara das Caldas decidiu abrir os cordões à bolsa depois de em 2011 e em 2011 ter gasto cerca de sete mil euros, em cada um dos concertos, com grupos de música popular que trouxeram o seu próprio palco e som.</p>
<p>Em 2011 o vereador Hugo Oliveira justificava a escolha do grupo Função Públika com as dificuldades financeiras que a autarquia e o país atravessavam, optando por uma solução mais barata. O mesmo motivo foi apontado em 2012, quando actuaram o grupo Costa Verde e Rebeca. Um ano antes tinham sido gastos 25 mil euros para trazer os Deolinda e em 2009, quando se realizaram as últimas eleições autárquicas, a Câmara terá investido cerca de 60 mil euros para trazer Tony Carreira às Caldas.</p>
<p>No discurso que fez à população, Fernando Costa admitiu que o espectáculo era mais caro do que no ano anterior, mas só referiu os oito mil euros pagos aos artistas.No final do espectáculo, Fernando Costa explicou à Gazeta das Caldas que “não é possível fazer mais barato do que isto” e que só seria mais barato se “viessem os Lords ou um conjunto da esquina”. Na sua opinião, valeu a pena gastar os oito mil euros a artistas das Caldas e não seria possível pagar menos pelo aluguer de palco, luz e som. “Ninguém me dá lições para economizar”, concluiu, acrescentando ainda que houve participantes no espectáculo que só cobraram 500 euros de cachet. “Querem pagar menos? Só se quiserem explorar os artistas”, disse.</p>
<p><strong>Pedro Antunes</strong></p>
<p><a href="mailto:pantunes@gazetacaldas.com">pantunes@gazetacaldas.com</a></p>
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		<title>Linha do Oeste com luz ao fundo do túnel</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:03:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Linha do Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[secretário de Estado dos Transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Monteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0357-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31877" title="DSC_0357-(2)" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0357-2-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, diz que a linha do Oeste já não vai encerrar e que a CP está a reformular a sua oferta neste corredor ferroviário de forma a evitar o seu definhamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0357-2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31877" title="DSC_0357-(2)" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/DSC_0357-2-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>O secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, diz que a linha do Oeste já não vai encerrar e que a CP está a reformular a sua oferta neste corredor ferroviário de forma a evitar o seu definhamento. Gazeta das Caldas apurou que a transportadora pública tem reunido com autarcas da região para discutir o novo serviço a implementar, o qual colhe grande parte das sugestões do estudo de Nelson Oliveira, nomeadamente a melhoria das ligações ao Centro e Norte do país.<br />
Enquanto isto a Refer tem um estudo sobre a modernização da linha, mas recusa divulgá-lo.</p>
<p>“Um conjunto de municípios entregou um estudo que foi analisado pelo novo Conselho de Administração da CP e pelo staff técnico, que já o discutiu internamento, e há perspectivas positivas de, com alguns ajustamentos a nível do serviço, ser possível manter o serviço na linha do Oeste”. Foi com estas palavras que o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, confirmou, pela primeira vez, que afinal a linha do Oeste já não seria encerrada.<br />
O Plano Estratégico de Transportes (PET) previa, em Outubro de 2011 que o serviço de passageiros fosse desactivado entre Caldas da Rainha e Figueira da Foz.<br />
O governante, que falou à margem do Congresso dos Agentes de Navegação de Portugal, que se realizou no dia 10 na Praia D’el Rey, elogiou os autarcas da região por não se terem limitado a contestar a decisão do PET, preferindo trabalhar em parceria com o governo fazendo-lhe chegar essas propostas que a tutela remeteu para a CP.<br />
“Sei que deverão ser alterados as origens e destinos dos comboios”, disse Sérgio Monteiro.<span id="more-31876"></span><br />
O estudo do caldense Nelson Oliveira, que foi (e continua a ser) largamente divulgado e debatido, continha propostas baratas para segurar a linha do Oeste, com alterações no tarifário e nos horários, melhorando a oferta a norte das Caldas da Rainha, precisamente no troço que estava em risco de fechar.<br />
Gazeta das Caldas apurou que técnicos da CP se têm reunido com autarcas da região no âmbito do reajustamento que pretende fazer neste corredor ferroviário.<br />
Por parte da Refer, um simples acaso – um mail com uma resposta do governo a um jovem estudante de comunicação social que estava a fazer um trabalho sobre a linha do Oeste – permitiu que se soubesse que aquela empresa tem um estudo datado de 2010 que prevê a modernização de metade desta via férrea.<br />
O mail da Secretaria de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, prevê a electrificação do troço Meleças – Caldas da Rainha, bem como melhorias entre Louriçal e Figueira da Foz e o ramal de Alfarelos, deixando na mesma o percurso a norte das Caldas, ou seja, precisamente aquele que o PET previa desactivar ao serviço de passageiros.<br />
Questionada pela Refer, a empresa recusou divulgar o referido estudo por se tratar de um “documento interno”. Face à insistência da Gazeta das Caldas, a empresa respondeu que “prossegue uma política de comunicação transparente e responsável, atenta ao papel dos media no seu direito e dever de informar, estabelecendo com estes relações de colaboração mútua e de cordialidade”. Mas manteve a recusa de tornar público o referido estudo.</p>
<p><strong>Carlos Cipriano </strong><br />
<a href="mailto:cc@gazetacaldas.com">cc@gazetacaldas.com</a></p>
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		<title>Empresa que faz a revisão do PDM das Caldas à beira da falência</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Plano Director Municipal (PDM)]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco da Cunha – Estudos Projectos SA]]></category>

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		<description><![CDATA[<a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/fachad.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31874" title="fachad" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/fachad-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A Vasco da Cunha – Estudos Projectos SA, a quem a Câmara das Caldas adjudicou a revisão do Plano Director Municipal (PDM) está incontactável e à beira da falência, correndo-se o risco de já não concluir o trabalho para o município.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/fachad.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31874" title="fachad" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/fachad-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>A Vasco da Cunha – Estudos Projectos SA, a quem a Câmara das Caldas adjudicou a revisão do Plano Director Municipal (PDM) está incontactável e à beira da falência, correndo-se o risco de já não concluir o trabalho para o município.<br />
Da sede da empresa, em Lisboa, ninguém atende os telefones, o mails vêm devolvidos e o próprio site deixou de funcionar. Gazeta das Caldas apurou que a empresa entrou em incumprimento com vários pagamentos e tem pendente em tribunal várias acções de credores, embora ela própria também tenha pendente acções contra os seus devedores.<br />
O nosso jornal tentou contactar a Vasco da Cunha, mas tal não se revelou possível durante as últimas semanas.<br />
Segundo a Câmara das Caldas, o valor total da adjudicação do projecto de revisão do PDM do concelho foi de 72.750 euros mais IVA, tendo já pago aquela empresa o montante de 13.422 euros.<span id="more-31873"></span><br />
Em Setembro de 2012 foram entregues pela Vasco da Cunha os estudos de caracterização e relatório de definição de âmbito e alcance da avaliação ambiental estratégica, já apreciados pela Comissão de Acompanhamento.<br />
Segundo a autarquia, o prazo previsto para a revisão do PDM, prevê a sua conclusão antes do fim do primeiro semestre de 2014.<br />
Gazeta das Caldas perguntou à Câmara se tem conhecimento de alguma anomalia no relacionamento com a Vasco da Cunha e que contactos regulares tem tido com os seus responsáveis, mas não obteve resposta.<br />
Em declarações ao nosso jornal, em 29/06/2012, Gustavo da Cunha, administrador da empresa e coordenador da equipa que elabora a revisão do PDM caldense, dizia que esperava em breve ouvir todas as forças vivas locais para finalizar o trabalho.<br />
O arquitecto defendia que os perímetros urbanos devem ser diminuídos e não alargados pois os PDMs do futuro devem assentar na recuperação do que já existe no centro das cidades e não na sua expansão. “É preciso é reabilitar as zonas históricas e não fazer mais loteamentos”, disse.</p>
<p><strong>Carlos Cipriano</strong><br />
<a href="mailto:cc@gazetacaldas.com">cc@gazetacaldas.com</a></p>
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		<title>Microcrédito no auditório da ETEO</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:42:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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		<category><![CDATA[microcrédito]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Numa sessão organizada pela Gazeta das Caldas, decorre na próxima segunda-feira, 20 de Maio, pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Numa sessão organizada pela Gazeta das Caldas, decorre na próxima segunda-feira, 20 de Maio, pelas 18h00, uma sessão sobre Microcrédito e Empreendedorismo que conta com a participação do Millennium BCP e da Associação Nacional de Direito ao Crédito (ANDC).<br />
A decorrer no auditório da ETEO, a sessão terá como palestrantes João Monteiro (BCP), Edgar Costa (ANDC) e Nicola Henriques (Silos Contentor Criativo).<br />
Num tempo de desemprego e de dificuldades de acesso a financiamentos, o microcrédito tem sido a solução para muitas pessoas iniciarem pequenos projectos, criando o seu próprio posto de trabalho, que muitas vezes se transformam em negócios consolidados. A sessão contará com um curto filme com alguns exemplos de sucesso.</p>
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		<title>Teresa Serrenho é candidata independente à Câmara das Caldas</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:41:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Painel]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara das Caldas]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Serrenho]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Teresa Serrenho é a cabeça de lista do  movimento Viver o Concelho – Movimento Independente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/TeresaSerrenho-Inv.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-31869" title="TeresaSerrenho-Inv" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/TeresaSerrenho-Inv.jpg" alt="" width="283" height="290" /></a>Teresa Serrenho é a cabeça de lista do  movimento Viver o Concelho – Movimento Independente à Câmara das Caldas. A candidata à autarquia tem 57 anos, é empresária e professora reformada, tendo dirigido durante uma década o Agrupamento de Escolas de Campelos (Torres Vedras).<br />
A apresentação pública da sua candidatura decorrerá a 25 de Maio, pelas 19h30, no Pópulos, no Parque D. Carlos I com a presença do professor universitário, Paulo Teixeira Morais.<br />
<strong><br />
N.N.</strong></p>
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		<title>A Semana do Zé Povinho</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:38:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Painel]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Edgar Ximenes]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Paulo Macedo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Zé Povinho, que não tem nada de hipócrita nem de conservador, só poderia aplaudir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/EXimenes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-31865" title="EXimenes" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/EXimenes.jpg" alt="" width="142" height="209" /></a>Zé Povinho, que não tem nada de hipócrita nem de conservador, só poderia aplaudir a iniciativa Falo no Beco, que teve lugar no passado fim-de-semana na cidade e que foi muito participada. Disfarçadamente, também por lá andou, sorrindo matreiro com algumas das propostas mais ousadas e apreciando francamente soluções estéticas inovadoras, que provam que nesta tradição fálica caldense é possível casar o mais clássico com o mais moderno, sem descair para o bronco e para o sórdido.<br />
O Dr. Edgar Ximenes, enquanto presidente da Confraria do Príapo, está, por isso, de parabéns. Ele pegou na confraria num momento em que não se sabia se esta não soçobraria a vicissitudes internas e conseguiu pô-la a mexer, tornando-a mais conhecida, mais activa e já quase com vida própria, tais os projectos que se encontram na calha.<span id="more-31864"></span><br />
Tem sido um caminho trilhado de forma perseverante, feito de pequenos passos, mas que parece estar a dar frutos pois, como ele próprio diz, “é possível ultrapassar o preconceito e trazer as pessoas a verem que o tema é divertido, engraçado e pode ser uma mais valia em termos culturais e comerciais”.<br />
Posto isto, a Zé Povinho resta-lhe desejar longa vida e continuados êxitos a esta tão prestimosa agremiação que se chama Confraria do Príapo.</p>
<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/ministro_paulo_macedo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-31866" title="ministro_paulo_macedo" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/ministro_paulo_macedo.jpg" alt="" width="142" height="189" /></a>O ministro da Saúde, Dr. Paulo Macedo, parece ser dos melhores membros deste governo, tem uma boa imprensa e até não encontra muita resistência às medidas que tem tomado.<br />
Dizem as fontes bem informadas que em Conselho de Ministros tem mostrado posições bem mais sensatas do que as do ministro das Finanças, Dr. Vítor Gaspar, que internamente mostra uma falta de senso e um alto desprezo pelos seus concidadãos (se é que ele mesmo os considera como tais&#8230;)<br />
Contudo, o Dr. Paulo Macedo, por não estar directamente ligado ao mundo da Saúde e simultaneamente por estar permanentemente confrontado com os problemas financeiros do seu ministério, não tem o discernimento nem a sensibilidade para entender o papel das termas, tanto para a cura de doenças como para a prevenção das mesmas.<br />
Infelizmente parece não ser o único nestas altas instâncias que assim pensa e age, uma vez que parece estarem convencidos de que apenas os meios tradicionais da medicina curativa são, do ponto de vista económico, os mais eficientes.<br />
Ora a tendência emergente que se assiste em todo o mundo desmentem as ideias feitas do Dr. Paulo Macedo, que parece mais temer ser acusado de desperdício do que ser inovador e proactivo olhando para a saúde na sua muldimensão física, psíquica e espiritual com as quais se pode chegar a melhores resultados.<br />
Esta cegueira e insensibilidade dele e dos seus acólitos pagar-se-á caro nos próximos anos, e no caso das Caldas da Rainha constitui uma perda irreversível pelo tempo perdido e pelos imensos desperdícios nos recursos, no tempo e no desenvolvimento sustentável de uma cidade e região.<br />
Por ter vindo de fora do sistema da saúde, o ministro teme ser acusado por erros nos investimentos, mas pelo menos podia informar-se do que vai sendo feito pelo mundo nos tempos que correm.</p>
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		<title>PS realiza amanhã segunda conferência sobre o Hospital Termal</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Breves]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Termal]]></category>
		<category><![CDATA[PS]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Amanhã, 18 de Maio, terá lugar a partir das 16h00, no café concerto do CCC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, 18 de Maio, terá lugar a partir das 16h00, no café concerto do CCC, uma conferência destinada a debater o presente e futuro do Hospital Termal das Caldas da Rainha.<br />
A iniciativa, organizada pelo PS das Caldas, terá como oradores o historiador e presidente da Fundação Cidade de Guimarães, João Serra, e o ex-administrador do Centro Hospitalar das Caldas, Jorge Varanda.<br />
Com esta conferência o PS pretende abordar a questão da sustentabilidade económica relacionada com o Hospital Termal e a sua ligação com as Caldas da Rainha e o país.<br />
Por onde passa o futuro do Hospital Termal das Caldas da Rainha? O que devem os caldenses fazer para que não se perca o património com mais de cinco séculos de história? Em que mãos tem o Termal melhores hipótese de vingar? Estas são algumas das questões que serão abordadas nesta segunda conferencia.</p>
<p><strong>F.F. </strong></p>
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		<title>Assembleia deixou de estar a uma só voz na defesa do Hospital Termal</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redactor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Painel]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Termal]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Depois de ter pedido a demissão do presidente da ARS de Lisboa e Vale do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" href="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/FD-Votacao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31860" title="FD-Votacao" src="http://www.gazetacaldas.com/wp-content/uploads/2013/05/FD-Votacao-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Depois de ter pedido a demissão do presidente da ARS de Lisboa e Vale do Tejo, a Assembleia Municipal das Caldas quer agora a demissão do presidente do CHO, Carlos Sá. A moção foi apresentada pelo PS na Assembleia Municipal de 7 de Maio e, ao contrário do que tinha acontecido com o documento anterior, não foi aprovado por unanimidade, mas apenas com os votos do PS, CDU e BE. O CDS votou contra e a maioria dos deputados do PSD absteve-se.<br />
Esta reunião ficou ainda marcada pelo volte face do PSD em relação ao Hospital Termal e comemorações do Dia da Cidade. É que, após a reunião com o secretário de Estado da Saúde, a  2 de Maio, a maioria camarária entendeu que há motivos para celebrar a passagem daquele equipamento para autarquia, que está disponível para gastar até 500 mil euros em obras.<br />
A esquerda reagiu e garantiu que não irá participar nas cerimónias que decorrem no Hospital Termal. Contudo, na passada segunda-feira, o executivo acabaria por decidir (com o voto contra do CDS/PP) apoiar a manifestação e não realizar a tradicional cerimónia de abertura do hospital, mantendo-se a cerimónia da entrega das medalhas e a homenagem à rainha.</p>
<p>No documento enviado para o ministro da Saúde e presidente da ARSLVT, é apontado a Carlos Sá “falta de transparência durante as reuniões de trabalho e má gestão do processo de reorganização hospitalar do Oeste”. A “incompetência” de Carlos Sá é lesiva da saúde dos utentes do Hospital Distrital das Caldas e responsável pelo “aniquilamento prolongado” do Hospital Termal.<br />
Por isso, os deputados pedem que a sua demissão seja feita de forma célere, de modo a “não se prolongar toda uma situação contrária ao interesse público e local” e que, no seu lugar, seja colocado alguém com “reconhecida competência para gerir adequadamente os dossiers em apreço”. <span id="more-31859"></span><br />
A demissão do presidente do Conselho de Administração do CHO já tinha sido pedida na reunião anterior pelo PS, que solicitou para a incluir na moção votada a 23 de Abril. No entanto, o PSD não aceitou alterar o documento e os socialistas apresentaram agora uma nova moção.<br />
O presidente da Câmara, Fernando Costa, manifestou a sua discordância, a titulo pessoal, com o pedido de despedimento do Carlos Sá, pessoa que conheceu no exercício das suas funções e que foi “sempre correcto”, tendo-o atendido sempre com a “prontidão necessária”. O autarca reconheceu que nem sempre estão de acordo sobre os assuntos e adiantou que Caldas Sá é administrador de um hospital, subordinado da ARS de Lisboa, pelo que “cumpre ordens e desempenha uma função melhor ou pior em função das verbas que tem disponíveis”.<br />
O autarca lembrou a reunião que teve a 2 de Maio com o secretário de Estado da Saúde, Manuel Teixeira, onde este aceitou que a Câmara pague as obras necessárias para a reabertura do Hospital Termal.<br />
“Tenho o compromisso que, afastada a bactéria, ou já está o protocolo [a estabelecer entre o Ministério da Saúde e a Câmara] em vigor e a Câmara pega no funcionamento do hospital, ou não está o protocolo activado e o pessoal do hospital irá reabri-lo”, disse Fernando Costa, acrescentando que está previsto o funcionamento, no Hospital Termal de parte dos serviços do CHO.<br />
A Câmara vai agora constituir uma comissão técnica para analisar os problemas específicos, possibilitando assim que se avancem as obras logo que possível.<br />
Referindo-se às festas da cidade, Fernando Costa afirmou que “este 15 de Maio vai ser um dia, por um lado triste por o Hospital Termal estar fechado, mas será também o dia em que a Câmara, representante da população caldense, vai passar a administrar e dirigir, ao fim de 525 anos, o Hospital Termal”.<br />
A posição de Fernando Costa foi fortemente criticada pela socialista Catarina Paramos. A deputada lembrou que o autarca defendeu a permanência de Carlos Sá por o considerar “simpático” e “correcto”, mas que nunca o ouviu dizer que está a desempenhar uma boa função na defesa dos hospitais caldenses.<br />
A deputada socialista lembrou ainda que houve uma candidatura ao Provere para fazer obra no Hospital Termal, com recurso a fundos comunitários, que foi “deixada cair” precisamente na sua administração. “Ele [Carlos Sá] não está a exercer funções que defendam o Hospital distrital e termal”, disse Catarina Paramos, lembrando que este administrador foi nomeado pelo governo PS, mas com a oposição da estrutura caldense.<br />
Os socialistas mostraram também o seu descontentamento com a realização das festas da cidade, tanto pelo montante envolvido no espectáculo de 14 de Maio (17.500 euros), como pelo facto de se fazer a sessão solene no Hospital Termal fechado, quando está marcada para a mesma hora uma manifestação pela Comissão de Utentes.<br />
Catarina Paramos disse que o seu partido participaria na manifestação, assim como na entrega das medalhas municipais e na homenagem à Rainha, ausentando-se da cerimónia no Hospital Termal. “O PS acha tudo isto vergonhoso, estive na reunião após o encontro entre o presidente da Câmara e o secretário de Estado da Saúde e não houve nada&#8230; o que sabíamos há uma semana, ficamos na mesma”, disse a dirigente do PS, não encontrando assim respostas para a mudança de atitude na maioria, que na semana anterior ponderava o cancelamento das festas.</p>
<p><strong>Comparticipação para os tratamentos hidrotermais</strong></p>
<p>O BE votou a favor da moção apresentada, mas queria que esta fosse um pouco mais além, exigindo a manutenção daquele hospital no Serviço Nacional de Saúde (SNS), nomeadamente com o pedido de que os tratamentos hidrotermais sejam objecto de comparticipação em igualdade com as outras especialidades médicas.<br />
Referindo-se ao presidente do Conselho de Administração, Lino Romão (BE) disse que este gere o hospital como “quem gere outra qualquer unidade económica” e lembra que este deixou o bloco operatório funcionar sem ar condicionado, “potenciando as infecções hospitalares para os doentes e até para o pessoal médico e inflacionando o consumo de antibióticos”.<br />
Também a CDU esteve de acordo com a moção, por considerar que a administração do CHO tem feito uma má gestão das verbas disponíveis e pela “pouca segurança e garantias que Carlos Sá nos dá, com muitas contradições”, disse Vítor Fernandes.<br />
O deputado comunista reconhece que esta posição não vai resolver o problema do Hospital Termal, mas considera que é muito importante que quem está à frente do hospital defenda também as Caldas.<br />
Vítor Fernandes deixou ainda uma crítica à forma “apressada” como o governo e o Ministério da Saúde se querem ver livres do Hospital Termal e do seu património e passá-lo para a Câmara. Defende que se continue a pressionar o governo na defesa daquele hospital no SNS e numa parceria entre a Câmara e o Ministério da Saúde.<br />
O deputado da CDU também discorda das comemorações do 15 de Maio, dando nota de que não conta participar nelas, apoiando a iniciativa da comissão de utentes que vai realizar uma concentração e desfile até ao Termal.<br />
Aproveitando a proximidade com o Dia da Cidade, a deputada socialista Luísa Arroz deixou um desafio para o “dever imperativo da cidadania” e a realização dos festejos em comunidade. “Precisamos de celebrar a comunidade e não precisamos de divertimento para a cidade”, disse, defendendo a apresentação pública das actividades que as crianças têm ao nível da música, dança, ginástica ou desporto, assim como do trabalho das associações, dos museus e bandas filarmónicas.<br />
Para Luísa Arroz “é uma dor” olhar para a cidade actualmente, com lojas a fechar, mais grafitis nas paredes, prédios devolutos e famílias sem ganha pão. “Dói porque o Termal não abre, não há verão para os aquistas, não há turismo, não há restaurantes, não há lojas nem cerâmica para vender a quem passa”, disse, defendendo que é necessário contrariar este estado de crise e desestruturação social, investindo mais na mobilização e envolvimento dos cidadãos na comunidade.<br />
O CDS-PP votou contra a moção apresentada pelo PS, defendendo que se “é para nomear responsáveis, vamos nomeá-los todos”, disse o deputado Duarte Nuno. O deputado centrista acusou ainda o PS de, com este documento, querer marcar a agenda política, lembrando que o Hospital Termal já esteve fechado durante mais tempo na década de 90, em períodos que tinham outra administração e que nada foi feito.<br />
“Não sou defensor do administrador Carlos Sá, mas parece-me uma estratégia completamente errada do PS, que acaba por branquear tudo o que aconteceu antes”, disse, sugerindo que pedissem a demissão do ministro da Saúde, que é o verdadeiro responsável.<br />
O deputado centrista mostrou também a sua estranheza pelo facto de nesta reunião estarem a decidir se há ou não festejos do 15 de Maio e, apesar de não haver um programa oficial aprovado, a Câmara já ter decidido que há comemorações. “Há festa e temos tantos motivos para estar satisfeitos que em vez de se gastarem, por exemplo, sete mil euros, gastamos 17.500 euros. Não é por ser ano de eleições, é pura coincidência”, ironizou.<br />
<strong><br />
Falta de segurança preocupa deputados </strong></p>
<p>A crescente falta de segurança na cidade está a preocupar o CDS-PP. O deputado Duarte Nuno lembrou os incidentes provocados por pessoas de etnia cigana no Largo do Colégio Militar há alguns meses, que levou a que os moradores tivessem receio de sair à rua. A situação melhorou naquele local, mas há outros onde a insegurança aumentou, como junto à Fonte Luminosa, onde um prédio está ocupado por toxicodependentes que ali têm feito vários assaltos.<br />
O deputado centrista defendeu a liberdade de circulação e o direito à propriedade e referiu que as estatísticas apresentadas pelas forças policiais não estão correctas pois muitas das pessoas assaltadas não apresentam queixa. Entende, por isso, que é preciso consciencializar as pessoas a fazê-lo, para que os efectivos  policiais possam ser dimensionados em função dos problemas existentes.<br />
Duarte Nuno falou também sobre a proliferação de grafitis pela cidade, que “prejudicam o comércio e dão uma má imagem da cidade, sobretudo a quem nos visita”. Por outro lado, dão um ar de impunidade, “de que tudo é permitido e que nada acontece a ninguém”.<br />
O descontentamento com a imagem da cidade foi corroborada pelo deputado socialista Jorge Sobral, que  acrescentou que as obras de que está a ser alvo ainda vêm contribuir para o “pandemónio completo”.<br />
Relativamente às estatísticas das forças de segurança, o deputado socialista realçou que há casos, pelo seu teor,  que não são incluídos nas informações tornadas públicas, pelo que sugeriu uma reunião com as forças policiais para terem um correcto conhecimento dos factos e, assim, poderem fazer uma avaliação mais correcta.<br />
Para Vítor Fernandes (CDU) a insegurança tem que ser vista associada à exclusão social, aumento do abandono escolar, desemprego e pobreza, assim como com a falta de policiamento. “A segurança só existirá quando conseguirmos resolver estes problemas”, mas para isso Vítor Fernandes defende outra politica, de maior produção e aumento de riqueza.<br />
Também o deputado Lino Romão (BE) considera que a dificuldade sócio-económica da cidade reflecte-se nos problemas ligados à marginalidade, pequenos furtos, assaltos e sentimento de insegurança. Para inverter a situação, o deputado bloquista aponta a criação de um tecido social mais saudável, com mais emprego e comércio mais pujante.<br />
Mais solidariedade social e qualidade de vida na rua, juntamente com uma maior integração escolar foi a receita de Luísa Arroz (PS) para combater a insegurança.<br />
O presidente da Junta de Freguesia de Santo Onofre, Abílio Camacho, chamou a atenção para o facto destes problemas não serem específicos da sua freguesia, mas estenderem-se a toda a cidade. “O problema vê-se, por exemplo, no Centro de Saúde, com 20 ou 30 indivíduos que vão buscar a metadona para vender aos outros colegas e depois vão estacionar carros”, disse o deputado, que não chegou a terminar a sua intervenção porque sentiu-se mal e abandonou a Assembleia, tendo para o efeito sido chamado o INEM.<br />
Mais optimista, o deputado social-democrata António Cipriano, considera que as Caldas da Rainha continua a ser uma cidade segura. Acredita no trabalho a realizar pelo Conselho Municipal de Segurança porque envolve várias entidades que poderão partilhar a informação e compreender os reais problemas que existem no concelho.<br />
O deputado Carlos Elias (CDS-PP) lembrou também os problemas de insegurança que se vivem nas freguesias rurais, dando nota que actualmente o número de efectivos na GNR das Caldas é igual ao de S. Martinho do Porto, quando a primeira tem uma área muito maior. Também o deputado centrista considera que é muito importante passar a mensagem que, apesar destas preocupações que têm, as Caldas é um concelho seguro.<br />
O vereador Tinta Ferreira considera que esta é uma matéria que deve merecer o cuidado da Câmara, mas revelou que em termos estatísticos as Caldas “não está  pior do que urbes da mesma dimensão”. O vereador disse ainda que o município está a estudar formas de apoiar os particulares na recuperação dos edifícios abandonados.<br />
<strong><br />
Fátima Ferreira</strong><br />
<a href="mailto:fferreira@gazetacaldas.com">fferreira@gazetacaldas.com</a></p>
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