Os deputados socialistas na Assembleia da República, eleitos por Leiria, Odete João, Basílio Horta e João Paulo Pedrosa, questionaram a ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território, Assunção Cristas, sobre a demolição dos depósitos de água no Bom Sucesso (Óbidos).
Amanhã, 23 de Junho, pelas 18h00, será inaugurada a exposição “Intersticial”, da artista Joana Queimadela, na Galeria Other Things (Bom Sucesso).
Quem não se lembra na década de sessenta o terror que assolava o litoral do concelho de Óbidos, e a lenda (O Bicho do Vau)? O medo espalhava-se no Béltico e Bom Sucesso. Esse maldito animal que espalhava o terror e o medo, a confusão nas populações daquela zona… “Olha fugiu de um circo”, dizia um. “Não, foi um barco que o largou na costa”, dizia outro. Será um leão uma leoa será um tigre? Talvez uma loba.
Dois depósitos de água situados no Bom Sucesso (próximo da Lagoa de Óbidos) vão ser demolidos e o empreendimento turístico Royal Óbidos, que vai construir um hotel nas proximidades, irá garantir a construção de novos reservatórios.
Esta solução não agrada ao vereador socialista na Câmara de Óbidos, José Machado, que quer que a autarquia reúna com representante do empreendimento para evitar a demolição de “património de valor superior a um milhão de euros” e sugere que sejam plantadas árvores de crescimento rápido em torno daquelas instalações a fim de se reduzir o seu impacto visual.
José Machado discorda desta proposta da maioria da Câmara e alerta que este património está registado no inventário municipal, feito no ano passado, depois de ter sido votado por unanimidade na sessão de Câmara. Acrescenta ainda que esta operação, de mais de um milhão de euros, “contribuiu para o resultado contabilístico das contas de 2011 e proporcionou melhores rácios, por ter aumentado muito o património municipal”.
José Machado lembra que há quatro anos, aquando da análise do projecto do empreendimento Royal Óbidos, sugeriu que se fizesse um ajustamento da implantação do previsto hotel para evitar a deslocalização dos depósitos de água e que o projecto foi aprovado, por unanimidade, “sem prejuízo de poder ter aquele rectificativo”. O vereador socialista diz também ter alertado para o facto de estarem a ser derrubadas “milhares de árvores, com consequências ambientais, no Bom Sucesso, antes de ser emitido o alvará de construção das infra-estruturas deste empreendimento turístico”.
O autarca reclama que o facto daquele empreendimento turístico de luxo receber um “elevado apoio monetário de fundos da União Europeia não justifica que se desperdice mais de um milhão de euros” com a demolição de depósitos de água.
O projecto Olha-te, que visa apoiar pessoas que sofrem de cancro e as suas famílias, em parceria com o Bom Sucesso Golf Resort, continua a promover iniciativas solidárias. Amanhã, dia 9 de Junho, pelas 16h00 haverá uma sessão de iniciação ao golfe e no domingo, dia 10 de Junho, será a vez da Yoga, numa acção orientada pelo Centro do Yoga – Ás. Caldas da Rainha e da Confederação Portuguesa de Yoga.
As inscrições (gratuitas) podem ser feitas através do e-mail putt.solidario@gmail.com. Estas actividades são para todos pessoas que desejem participar e sem qualquer limite de idades ou de conhecimentos.
N.N.
A academia de golfe do empreendimento Bom Sucesso está a organizar um curso de iniciação ao golfe com o objectivo de incentivar e motivar a prática de novos jogadores.
A inscrição tem um custo de 80 euros e o curso inclui oito aulas em grupo (mínimo de quatro e máximo de 10 participantes) com o profissional do Bom Sucesso, Filipe Gonçalves. Os participantes receberão como oferta uma luva de golfe.
As aulas serão aos sábados, de 26 de Maio e 4 de Agosto, entre as 12h00 e as 13h00 (excepto a 23 e 30 de Junho e a 1 de Julho).
As inscrições podem ser feitas através do e-mail golf@bomsucesso.net ou pelo tel. 262965310.
F.F.

Paulo Graça Moura diz que Acordo Óbidos “tem dívidas muito grandes” e por isso vai propor um acordo que “salvaguarde o pagamento a clientes, empreiteiros e bancos”
Dezenas de proprietários de casas do Bom Sucesso Design Resort reclamam à administração o pagamento de cerca de um milhão de euros, respeitante ao contrato de exploração turística, avança a agência Lusa. O presidente do conselho de administração do Bom Sucesso, Paulo Graça Moura, admite a dívida e vai propor um acordo que “salvaguarde, na medida do possível, o pagamento a clientes, empreiteiros e bancos”. Actualmente ainda não há uma proposta de resolução da situação relativa ao pagamento das garantias, mas “estamos a trabalhar numa solução conjunta”, garante o gabinete de imprensa da empresa à Gazeta das Caldas.
O empreendimento iniciou em 2009 a exploração turística das casas, com base em dois contratos: Vacations e Hotelier. De acordo com a agência Lusa, as críticas referem-se ao sistema Hotelier, em que os proprietários podem usar as casas seis semanas por ano, cedendo-as, no resto do ano, à exploração turística.
O contrato firmado pela Acordo Óbidos (empresa do grupo Acordo que gere a vertente imobiliária) garantia um rendimento mínimo de 5% sobre o valor do investimento durante um período de dois ou três anos.
No entanto, há vários proprietários espanhóis e ingleses que garantem que esse valor nunca foi pago apesar de “várias tentativas junto da administração para que a situação seja regularizada”. Num fórum de proprietários ingleses, estes dão ainda conta de problemas na construção das casas e piscinas, dos elevados custos de manutenção dos jardins e, nalguns casos, de terem recebido pedidos de pagamento por parte de empreiteiros aos quais a empresa alegadamente terá ficado a dever.
No âmbito do festival do Chocolate, realizou-se a 25 de Março no campo de golfe do Bom Sucesso, o Torneio de Chocolate e, simultaneamente, a 3ª Ordem de Mérito do Clube de Golfe do Bom Sucesso.
O torneio motivou uma enorme adesão dos jogadores, num dia primaveril e, no final, houve um almoço convívio na Clubhouse seguida de uma prova de vinhos e de ginga com chocolate.
Os troféus, entregues aos vencedores, foram feitos em chocolate, numa iniciativa que contou com o apoio do Turismo de Portugal, através da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste.
O director, Daniel Pinto, e os alunos de pastelaria avançada, Bebiana Luís, Inês Ferreira, Benilda Gaspar supervisionados pelo Chefe Paulo Santos, marcaram presença na cerimónia de entrega de prémios.
O programa contou ainda com o apoio da Bombondrice, do patrocínio do troféu para o Longest Drive e Nearest the Pin
das Caldas da Rainha e da marca de vinhos Sicconia.
Durante o almoço foram lançadas mais duas iniciativas a realizar no campo de golfe do Bom Sucesso, o Easter Cup que decorrerá no próximo dia 10 de Abril e o Torneio de Solidariedade a realizar a 17 de Junho. Este terá como objectivo angariar apoios financeiros a favor de duas organizações que apoiam doentes de cancro.
N.N.
O Bom Sucesso Design Resort promove mini-férias de Carnaval a partir de 30 euros por dia, entre os dias 17 e 26 de Fevereiro. Este preço incluí três noites de alojamento com pequeno almoço continental numa das Holiday Design Villas, moradia em banda com três quartos.
Neste empreendimento existem moradias em banda de um a três quartos, dispersas pelos extensos jardins do resort e em torno do campo de golfe. Completamente decoradas e equipadas com standard 5 estrelas, oferecem um conforto verdadeiramente único e excepcional.
As marcações e reservas podem ser realizadas através do e-mail reservation.hdv@bomsucesso.net ou através do telefone 262965300.
F.F.
Em resultado das dragagens em curso na lagoa de Óbidos, as praias da Foz do Arelho (mar e lagoa) e do Bom Sucesso (na margem sul) vão ter muito mais areia já a partir do mês de Março. No caso da Foz do Arelho, o cordão dunar vai ser de tal forma reforçado que ficará mais alto em relação ao nível do mar, sendo mais difícil que, depois disso, durante as marés vivas as ondas atravessem a praia até à lagoa, como chegou a acontecer nos últimos invernos.
A existência de mais 350 mil metros cúbicos de areia nestas praias não é o objectivo último das dragagens, mas sim uma consequência (positiva) dos trabalhos de desassoreamento que estão a ser realizados e que pretendem abrir um canal da lagoa ao mar que permita uma maior fluidez das correntes e fixe a “aberta” num local preciso.
“O objectivo é permitir a troca entre as águas fluviais e a água do mar para se poder regenerar a lagoa”, explica José Manuel Proença, do Inag (Instituto da Água).
A intervenção de emergência em curso custa 1,5 milhões de euros e prevê a extracção de 350 mil metros cúbicos de areia, o equivalente a um edifício do tamanho de um campo de futebol com cerca de 40 andares de altura.
Quando os trabalhos terminarem, em Março próximo, é suposto ficar aberto um canal que, mesmo com a maré vazia, terá cerca de dois metros de profundidade. Uma situação que contrasta com o ainda visível assoreamento da lagoa.






