Carvalhal (Bombarral) é a aldeia de Beirais em nova série da RTP

Publicado a 12 de Maio de 2013 . Na categoria: Painel Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

“Bem-vindos a Beirais” é a última série da RTP que estreia na próxima segunda-feira, 13 de Maio, e que vai para o ar durante 80 episódios, nos quais a aldeia bombarralense do Carvalhal é o palco dos exteriores que ali estão a ser gravados.

A série conta a história de Diogo Almada, um bem-sucedido gestor de contas numa empresa de telecomunicações que se vê a braços com problemas graves de stress e ansiedade, originados pela constante pressão em que vive. Depois de ter sofrido um ataque cardíaco, decide ir viver para uma pequena aldeia do interior, Beirais, onde compra uma estufa, arriscando uma nova vida como agricultor. Teresa Sampaio, a namorada, recusa acompanhá-lo nesta iniciativa.

Pêpê Rapazote é o principal protagonista desta história que conta no seu elenco com as actrizes Oceana Basílio, Sandra Santos, Vera Alves e Inês Faria, num total de 30 actores.

“Mas de 80% dos figurantes são aqui da freguesia”, disse à Gazeta das Caldas o presidente da Junta do Carvalhal, João Mendonça, que na passada segunda-feira era um homem feliz durante a apresentação pública da série. Apesar do Carvalhal se arriscar a passar a ser mais conhecido por Beirais, a verdade é que a aldeia vai ganhar uma notoriedade invulgar quando os 80 episódios passarem na RTP.

No evento da passada segunda-feira estiveram presentes todos os actores e dezenas de jornalistas e fotógrafos, grande parte deles da denominado imprensa cor de rosa que se desdobraram em entrevistas aos actores e actrizes. Durante uma tarde esta aldeia rural foi, sem dúvida, a capital do jet set em Portugal.

C.C.

Os primeiros cinco episódios

Após sofrer um ataque cardíaco, Diogo decide mudar de vida e compra uma casa com uma estufa, em Beirais – uma aldeia recôndita, no Portugal profundo. Diogo muda-se para Beirais, mas a sua namorada, Teresa, recusa-se a ir com ele. Clara, Luísa e Susana, são três mulheres que estreitam uma amizade durante as longas esperas na fila do Centro de Emprego. Quando Luísa herda uma casa do avô, decidem criar um negócio de turismo de habitação – o Hotel Rural de Beirais. À chegada a Beirais, Diogo bate no carro de Clara e os dois começam a discutir, sem saber que ambos vivem na mesma aldeia. À noite, Diogo vai jantar ao hotel, para surpresa de Clara.

Diogo descobre que a sua estufa ficou toda destruída com a tempestade, fica desmoralizado mas não baixa os braços. Manel e Carlos juntam as pessoas da aldeia e todos juntos recuperam as estufas de Diogo. Entretanto, este acaba por decepcionar toda a gente ao fazer declarações controversas, na rádio, sem saber que está a ser ouvido. Fernando vai procurar Clara e Luísa, propondo-lhes um alargamento do capital social da empresa e entrando como sócio, ele próprio. Estas decidem recusar a proposta. Percebemos que o negócio de Moisés e Joaquim não é propriamente funerais, mas sim contrabando.

Diogo tenta recuperar a estima e confiança da população de Beirais, oferecendo uma recepção em honra destes no Hotel Rural. Sandro conta à sua namorada que tem uma encomenda na net. Tânia pede à avó que lhe faça simpatia para conquistar um namorado, mas Hortense coloca-lhe juízo na cabeça.

oão e Inês chegam a Beirais, Luísa tenta fazer os possíveis para que eles se sintam em casa. Diogo ajuda Carlos a fazer uma crónica para a rádio. Gabriel rouba um maço de tabaco, ao descobrir Susana repreende-o.

Inauguração da casa de turismo, é feita uma reserva de 6 noites consecutivas, o que deixa as sócias esperançosas com o arranque do negócio. No fim a reserva é cancelada. Sandro faz um vestido para Xana, para ela estrear na festa. Manel suja o vestido de óleo, sem querer, e Sandro é obrigado a fazer alterações de última hora. Início da amizade entre Tânia e Inês.

Pirotecnia do Bombarral obtém a marcação CE

Publicado a 10 de Maio de 2013 . Na categoria: Economia Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A Pirotecnia do Bombarral é a primeira empresa do sector a concluir com sucesso a implementação do controle de qualidade e marcação CE de produtos pirotécnicos para venda ao público.

Isto permite que esta fábrica bombarralense possa produzir artigos de categoria 3 (de venda e utilização livre pelo público) e também artigos P2 que consistem em produtos semi-acabados para venda a outros pirotécnicos e principalmente para exportação.

O processo de certificação foi feito recorrendo a uma empresa de auditoria espanhola, tendo os produtos sido avaliados e aceites por um laboratório também espanhol, dado que em Portugal não há nenhuma entidade que preste este tipo de serviços.

Mais sobre Pirotecnia do Bombarral (…)

Bombarral garante investimento de 53 milhões de euros em parque de diversões

Publicado a 5 de Maio de 2013 . Na categoria: Destaque Economia Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

O 39º aniversário do 25 de Abril foi comemorado de forma especial este ano no Bombarral, com a cerimónia de assinatura de um compromisso entre a autarquia e promotores estrangeiros para a construção de um parque temático de diversões na Quinta do Falcão, junto à saída da A8 (Bombarral norte), num investimento de quase 53 milhões de euros.

Alunos de mestrado de Gestão Autárquica visitaram Bombarral

Publicado a 7 de Abril de 2013 . Na categoria: Destaque Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Um grupo de alunos do mestrado de Gestão Autárquica do Instituto Superior de Educação e Ciências, a maior parte dos quais oriundos de Angola, visitou o concelho do Bombarral, a 26 de Março, para conhecer “in loco” a realidade autárquica portuguesa.
A visita partiu da iniciativa do tesoureiro da Junta de Freguesia do Bombarral, Luís Pereira Bernardino, que está também a frequentar este mestrado e decidiu convidar os seus colegas de curso.
Os mestrandos visitaram a Junta de Freguesia do Bombarral e, seguidamente, foram recebidos pelo presidente da Câmara, José Manuel Vieira, nos Passos do Concelho.
O autarca apresentou alguns dos principais objectivos e projectos para o Bombarral, adiantando alguns dos problemas da autarquia e planos para os ultrapassar. Alguns técnicos e chefes de divisão da Câmara também explicaram o funcionamento nas suas áreas de acção.
À tarde o programa da visita iniciou-se na Quinta dos Loridos com uma prova do espumante, com os estudantes a ficarem a conhecer um pouco da história desta quinta do século XV, bem como o processo de produção da bebida que provaram.
Depois de uma caminhada pelo Buddha Eden, seguiram para a Quinta do Sanguinhal, onde visitarem os armazéns de envelhecimento de aguardentes e licorosos e a antiga destilaria da empresa. Houve, naturalmente, prova de vinhos.

P.A.

Animação na Semana da Floresta no Bombarral

Publicado a 30 de Março de 2013 . Na categoria: Destaque Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Um “peddy paper” na Mata Municipal do Bombarral foi o ponto alto dos eventos realizados, entre 11 e 15 de Março, no âmbito da Semana da Floresta, promovida pelo Agrupamento de Escolas Fernão do Pó.
Pretendeu-se desta forma dar a conhecer aos alunos do concelho este património natural, situado no centro da vila do Bombarral, procurando sensibilizá-los para a importância da sua preservação e valorização.
A prova, que tinha início todos os dias desta semana junto à entrada principal da Mata Municipal, contava com vários desafios que tinham que ser superados pelos participantes, ao longo de um percurso pela Mata Municipal.
Para além do apoio da autarquia, o evento contou com a colaboração dos utentes dos projectos municipais “Viver Melhor” e “Universitários 50+”, mas também dos alunos do Curso de Turismo Ambiental e Rural.
Da Semana da Floresta, na qual participaram mais de 500 alunos, fez parte ainda uma exposição de trabalhos manuais executados no ano lectivo anterior pelos jardins-de-infância e escolas do 1º Ciclo do concelho, patente no Museu Municipal do Bombarral, e a criação de uma “floresta gigante” num mural, onde cada turma teve a tarefa de colar as árvores e os animais recortados que traziam da respectiva escola.

P.A.

Rainha D. Leonor divulga obra de Anrique da Mota no Bombarral

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A rainha D. Leonor regressou ao Palácio Gorjão, no Bombarral, para apresentar às crianças o poeta e escritor bombarralense Anrique da Mota, numa iniciativa que pretende divulgar a história daquele concelho aos alunos do 1º Ciclo.
O Museu Municipal do Bombarral tem vindo a promover visitas à sala dedicada aos escritores Júlio César Machado e Anrique da Mota. Este último tornou-se amigo da rainha D. Leonor quando o escritor começou a frequentar a corte de D. João II, seu marido.
Segundo uma nota de imprensa, para além do gosto que ambos tinham pela poesia e dos contactos da corte, supõe-se igualmente que esta amizade tenha tido origem nas estadias que a rainha efectuou no Palácio dos Henriques (actual Palácio Gorjão), quando se deslocava para as termas das Caldas da Rainha.
Natural do Bombarral, Anrique da Mota nasceu em 1470 no seio de uma família de lavradores abastados. “Possuidor de apreciável cultural, cultivou a poesia satírica em moldes que permitem considerá-lo um percurso de Gil Vicente. Na sua poesia, manifesta um sentido crítico apurado, atento aos aspectos pitorescos da realidade e uma vocação particular para um estilo dialogado e bastante vivo”, escreveu o actor e encenador Luís Miguel Cintra.

Mais sobre Rainha D. Leonor (…)

Embaixador da Tailândia visitou o Bombarral

Publicado a 24 de Março de 2013 . Na categoria: Painel Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

O embaixador do reino da Tailândia em Portugal, Chakorn Suchiva, esteve de visita ao concelho do Bombarral, a 4 de Março, acompanhado de um monge budista tailandês, Ajahn Chanchai, que se encontrava em Portugal para a realização de várias conferências.
A passagem pelo Bombarral deveu-se ao convite de Humberto Silva, proprietário do restaurante tailandês Supatra Thai, que fechou o seu estabelecimento nas Caldas da Rainha e está agora instalado na freguesia do Carvalhal.
A visita iniciou-se com um almoço neste restaurante e terminou no Buddha Éden (Quinta dos Loridos). Na comitiva estiveram os presidentes da Câmara do Bombarral, José Manuel Vieira, e da Junta de Freguesia do Carvalhal, João Mendonça. Humberto Silva convidou ainda Luís Garcia, do Turismo do Oeste, Ana Reis, da Companhia Agrícola do Sanguinhal, Joe Berardo, da Quinta dos Loridos, Carla Louro, da empresa Delicias D. José que se dedica à produção de chocolates artesanais, e o bombarralense José Pires, que desempenhou o cargo de embaixador português na Tailândia.

P.A.

ontem & hoje

Publicado a 16 de Fevereiro de 2013 . Na categoria: Painel Sociedade . há uma resposta a este artigo.

Joaquim António Silva - 2012

Postal Ilustrado

Na foto da esquerda vê-se um terço da minha rua, tal como a conheci aos 6 anos de idade quando vim para aqui viver.
Como o nome sugere, era uma rua com muito Comércio, o trânsito fazia-se nos dois sentidos,  e a rua ia desde o Banco Lisboa e Açores, do qual o Sr. Castelhano foi gerente, até ao Banco Nacional Ultra Marino do lado esquerdo. À direita havia uma garagem e taberna e um grande pátio com cais e a primeira casa que se vê era da firma de Vinhos Ramiro Magalhães do Porto. Nesse cais encostavam as camionetas que iam levar aguardente ao norte do país. Depois vê-se uma casa que era do meu tio Deodoro Vieira, um estabelecimento comercial do meu pai e a minha casa herdada do meu avô Vieira. A casa que parece fechar a rua na verdade não o faz pois continua até à Caixa Agrícola velha que divide a rua Luís de Camões e a rua do Comércio. Recordo que, além dos dois bancos já referidos, havia uma farmácia, duas mercearias importantes (Garrudo & Ramos e Veríssimo Duarte) que fornecia as mercearias de Peniche, duas tabernas, um talho, uma drogaria, uma alfaiataria, etc.
Deixo para o fim a tipografia Judicibus que às nove horas da manhã  já tinha movimento que dava um tom alegre à rua, pelas muitas crianças que aqui vinham e até brincavam com o Sr. Evaristo Judicibus que fingia correr atrás delas quando perguntavam com a célebre frase “oh Evaristo tens cá disto?”. Também o genro do Sr. Evaristo, Jorge de Almeida Monteiro, fazia rabos de papel, máscaras e papagaios. Devo referir que os empregados do Capristano & Ferreira, quando entravam ou saiam das oficinas, enchiam a rua com algazarra. Com tanto movimento não me lembro de acidentes. Havia um passeio largo do lado esquerdo. A qui passavam desfiles, bandas de música, cortejos de carnaval (que era muito bom), de oferendas etc.
Depois lembro-me de uma orquestra de violinos na esquina da casa do meu tio (onde se vê um burro preso na argola que existia na casa) e defronte da Farmácia Franca. Usavam calções de veludo até aos joelhos e não sei porquê sempre pensei que eram húngaros. Tinha muito orgulho nesta rua, onde a brincadeira era muita, desde brincar às escondidas ao salpica, polícias e ladrões, corridas (guerras). Sim, guerras. O Orlando Ramos tinha um amigo, António Salvador, empregado do Capristano & Ferreira, que se passava para o inimigo e ajudava Orlando a atirar pedras aos que se atreviam a passar na rua de trás (hoje rua Veríssimo Duarte). Nós, mais pequenos, acartávamos as pedras. No meu rés-do-chão estudava à luz do petróleo porque nessa altura ainda não existia luz elétrica e via todo o movimento que existia na rua.
Na foto da direita, vê-se a rua sem trânsito que é proibido e ao meio há uns bancos com umas flores. A maior parte das vezes cheios de latas de bebidas, beatas etc. De 26 estabelecimentos comerciais que existiam, já fecharam uns tantos, os moradores estão isolados, nem trânsito nem comércio nem nada, um autêntico deserto.
O comércio expandiu-se para outros sítios e esta rua com o desaparecimento das mercearias Garrudo & Ramos e Veríssimo Duarte, a tipografia Judicibus, e o talho não me dizem nada. A Caixa Agrícola fez um grande prédio com lojas para vender ou alugar, do qual resta um café e uma cabeleireira.
Em 1970 houve uma excursão a Setúbal à Praia da Figueirinha e Portinho da Arrábida organizada pelos comerciantes desta rua que, com os residentes, enchemos quatro camionetas. Ouvi muitas vezes ao meu Pai que os antigos se opuseram sempre a que se impedisse o trânsito. Eles lá teriam as suas razões.

M. Adelaide Vieira

GNR deu conselhos a comerciantes do Bombarral

Publicado a 26 de Janeiro de 2013 . Na categoria: Painel Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Aconselhar os comerciantes do Bombarral sobre as medidas que poderão contribuir para aumentar a segurança dos seus estabelecimentos comerciais foi o objectivo de uma sessão promovida pela GNR no auditório municipal daquela vila.
No âmbito do programa Comércio Seguro, elementos da GNR apresentaram alguns conceitos de segurança, destacando a importância do alarme estar ligado à central de segurança e ao telemóvel, bem como a instalação de câmaras de vigilância com gravação de imagem.
“Embora não evite os furtos, os estabelecimentos que têm este sistema são menos vulneráveis do que os que não o têm”, frisaram os responsáveis da GNR.
As autoridades policiais aconselham ainda os comerciantes a colocar pinos de segurança em frente à porta de entrada, grades de protecção na porta e nas montras, sensores de movimento ligados à iluminação exterior da loja, avisos sonoros e espelhos em locais estratégicos.

Mais sobre GNR deu conselhos (…)

2012 – um ano em revista

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O número de desempregados na região Oeste tem vindo a aumentar ao longo deste ano. Gazeta das Caldas deixa aqui uma leitura das evoluções ocorridas durante estes meses.

Dezembro de 2011
Gazeta das Caldas tem analisado ao longo deste ano a taxa de desemprego nos seis concelhos do norte da região Oeste (Caldas da Rainha, Alcobaça, Bombarral, Nazaré, Óbidos e Peniche) e constata que o concelho das Caldas da Rainha é o que apresenta uma maior taxa de desemprego.
Em Fevereiro deste ano, os dados, fornecidos pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), referentes ao mês de Dezembro de 2011, revelam que estes seis concelhos apresentam um agravamento em 57,5% nos últimos quatro anos, com Alcobaça a registar o maior agravamento (70%) e a Nazaré (“apenas” mais 28,5%) neste período. Os restantes municípios variam entre os 46,6% do Bombarral e 60% de Peniche, com Caldas e Óbidos perto dos 52%.

Janeiro, Fevereiro e Março
A evolução da taxa do desemprego continua a ser negativa neste primeiro trimestre do ano, com mais 467 desempregados na região no início deste ano.
Se em Dezembro de 2011 os desempregados inscritos nos Centros de Emprego das Caldas da Rainha e Alcobaça, referentes aos seis concelhos do norte da chegavam aos 9.262, em Janeiro de 2012 já estão nos 9.729, mais 5% que no mês anterior, com uma subida de cerca de meia centena.

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Breves
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