Cerâmica em festa no Casal da Eira Branca nos Infantes

Publicado a 16 de Março de 2012 . Na categoria: Cultura Destaque Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A nova peça contou com os contributos de Vítor Reis, Eduardo Pereira, Paulo Óscar, Mário Reis e de Carlos Enxuto

“Falo na Eira” foi como se designou a festa que decorreu a 3 de Março, no Casal da Eira Branca, na aldeia dos Infantes (Salir de Matos).
A iniciativa contou com a presença de várias dezenas de pessoas, de todas as idades e teve vários momentos importantes: o primeiro foi a inauguração de um “falo” de mais de dois metros de altura, feita por um conjunto de artistas locais. Seguiu-se a homenagem a Armindo Reis, a entrega dos prémios aos vencedores do logótipo e do troféu da Confraria do Príapo, assim como foram dadas as primeiras distinções a dois autores que mantêm viva a tradição da loiça erótica.
Projectos é coisa que não falta à renovada Confraria que está a trabalhar no registo desta tradição caldense. Edgar Ximenes, o presidente da Confraria, anunciou que até ao final deste ano, será editado um livro sobre a origem da louça erótica das Caldas.


“Com a morte do Armindo Reis desaparece irremediavelmente a tradicional olaria caldense”.
Palavras de Herculano Elias, durante a homenagem que foi prestada àquele ceramista recentemente desaparecido e que Herculano Elias, artista da mesma geração ainda designou como “um homem simples, sem pretensão a honrarias, mas consciente da sua mestria como oleiro”.
Herculano Elias lamenta que a própria cidade não tenha providenciado um espaço que permitisse a passagem do conhecimento da olaria às novas gerações mas referiu que Armindo Reis, com o seu irmão João Reis acabaram por “influenciar muitos dos actuais ceramistas caldenses”.

Mais sobre Cerâmica em festa (…)

“Cerâmica: memória e futuro” pode ser vista até Abril

Publicado a 24 de Fevereiro de 2012 . Na categoria: Breves Cultura . Seja o primeiro a comentar este artigo.

“Cerâmica: Memória e futuro” é como se designa a exposição que está patente, desde 15 de Dezembro, no Museu de Cerâmica e que vai ser prolongada até ao mês de Abril.
Trata-se de uma mostra constituída por conjuntos de peças em cerâmica produzidas na oficina do espaço museológico e que são o resultado de projectos educativos desenvolvidos em parceria com diversas instituições, como escolas do ensino oficial, do ensino especial e de outras que se dedicam ao acompanhamento de seniores.
Por causa do grande interesse do público e pelo considerável número de visitantes, o Museu da Cerâmica decidiu prolongar a apresentação desta exposição onde podem ser conhecidos os projectos desenvolvidos com várias entidades da região.
A exposição, que está patente desde 15 de Dezembro, pode ser vista  entre as 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00 horas, de terça-feira a domingo, até 7 de Abril.

N.N.

Seniores nazarenos mostram cerâmica inspirada em Bordalo Pinheiro

Publicado a 17 de Fevereiro de 2012 . Na categoria: Actuais Cultura . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Os alunos de cerâmica da Universidade Sénior da Nazaré mostram, até 14 de Março, os trabalhos que realizaram tendo Bordalo Pinheiro como inspiração. São duas dezenas de peças feitas no âmbito das actividades da disciplina a cargo de Sandra Trindade.
A exposição está patente nas instalações da instituição, que desde o início do ano funciona na Escola do Bairro dos Pescadores, e pode ser visitada por todos os interessados de segunda a sexta-feira.

J.F.

Morreu Armindo Reis, o último oleiro da cerâmica tradicional caldense

Publicado a 20 de Janeiro de 2012 . Na categoria: Destaque Painel Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Armindo Reis (1926-2012) dedicou sete décadas da sua vida à cerâmica e à olaria tradicional

Faleceu na passada quarta-feira 11 de Janeiro, Armindo Reis, vítima de ataque cardíaco. Este ceramista, oleiro e rodista, participou numa das edições do Céu de Vidro que se realizou no dia da Cidade, 15 de Maio de 2011. Foi a última vez que Gazeta das Caldas conversou com este autor, considerado por muitos como  o último oleiro da vertente da louça tradicional das Caldas.
Questionado se já tinha vendido muitas peças, Armindo Reis não soube responder. “Não sei…é o meu sobrinho Mário que agora é o tesoureiro”, dizia divertido à Gazeta das Caldas, naquela que seria a sua última entrevista a este semanário.
Completaria 86 anos no mês de Julho, mas já não se sentia bem para trabalhar depois de quase sete décadas de dedicação à cerâmica.
“Já não tenho saúde. Já me falha o equilíbrio e é com dificuldade que desabotoou um botão…”, contava. E por isso passou a pasta ao sobrinho, o também ceramista Mário Reis, que é quem lhe organizava tudo e que contava à Gazeta que o tio era o autor que mais tinha vendido naquela iniciativa.
Já em conversa, Armindo Reis revia um pouco do seu percurso para se recordar que o seu mestre tinha sido o seu pai João dos Reis e o primeiro patrão, Germano Luís da Silva, que era também o dono do Hotel da Copa. “Foi na sua oficina que completei 10 anos”, contou. Lembra-se que nestas pequenas oficinas os fornos eram a lenha e que havia uma enorme fumaceira e “nós, para evitar reclamações, cozíamos de noite e desse modo não incomodávamos tanto”.

Mais sobre Morreu Armindo Reis, (…)

Director do Cencal faz o balanço na partida para o IEFP

Publicado a 6 de Janeiro de 2012 . Na categoria: Destaque Painel Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Numa das primeira apresentações da Festa da Cerâmica, onde o Cencal foi parceiro com outras entidades caldenses como o Museu de Cerâmica, a Câmara ou o PH (arquivo)

Dirigiu os destinos do Cencal nos últimos seis anos mas foi agora convidado pelo actual governo para dirigir o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), tendo tomado posse nesse cargo no final do passado mês de Dezembro.
Foi durante a sua direcção que o Cencal foi convidado a instalar-se também em Alcobaça e na Marinha Grande para dar formação em várias áreas apostando na formação com dupla certificação.
Octávio Oliveira considera que é possível que o centro de formação caldense se torne  numa Escola de Verão de Cerâmica, apostando na vinda de especialistas estrangeiros que poderiam trazer know how aos autores lusos.
O dirigente gostou de trabalhar nas Caldas mas diz que as entidades locais vêem o Cencal como uma entidade “a quem se pode pedir muito e dar pouco”.
Octávio Oliveira que há vários anos pertence aos quadros do IEFP, regressa agora para dirigir os destinos daquela entidade pública.

Gazeta das Caldas (GC):  Quem é que compõe o Conselho de Administração do Cencal e qual é o orçamento desta instituição para o seu pleno funcionamento actualmente ?
Octávio Oliveira (OO):
O Cencal foi criado há cerca de 30 anos por um protocolo entre o IEFP com o Associação Portuguesa das Indústrias da Cerâmica (Apicer) e AIRO e são estas entidades que compõem a administração do Cencal. Este órgão é presidido pelo IEFP e há mais um vogal representante de cada uma destas organizações.
Em 2011 o Cencal teve um orçamento de 3 milhões e 150 mil euros, que é sensivelmente o mesmo dos anos anteriores.

GC: Em 2011 o Cencal cresceu para Alcobaça e para a Marinha Grande, tendo agora unidades nessas localidades. Com o foi esse processo e como encara esse crescimento geográfico?
OO:
Foram desafios que foram colocados ao Cencal  pelo IEFP e que o centro de formação caldense não podia dizer que não. Na Marinha Grande surgiu em sequência da extinção do Crisform, que era um centro de formação equivalente ao Cencal, consignado aos sectores do vidro e da cristalaria.

Octávio Oliveira deixa o Cencal para dirigir o Instituto de Emprego e Formação Profissional

Na sequência dessa extinção, o Cencal foi convidado a abrir um pólo naquela localidade de modo a assegurar a formação na área do vidro.
O Centro de Formação Profissional de Leiria ficou encarregue da formação transversal e teórica enquanto o Cencal ficou com a área prática e tecnológica da formação do vidro.
Vimos nisso uma oportunidade de crescer geograficamente visto que deixamos de estar circunscritos às Caldas da Rainha. O reconhecimento de algumas similitudes entre a cerâmica e o vidro, logo a possibilidade de obter sinergias e ganhos para um e outro sector.
Por força de um outro convite também instalámos um Centro de Novas Oportunidades (CNO) em Alcobaça e assim crescemos geograficamente no mesmo eixo.

GC: Como foi iniciar as acções de formação na área do vidro?
OO:
O grande desafio do Cencal em 2011 foi mostrar a capacidade de realizar acções na área do vidro e ultrapassámos as metas que tínhamos assumido perante o IEFP, relativamente ao número de acções e de formandos a frequentarem acções relacionadas com aquele material.
Portanto caminharemos em 2012 para outros desafios como, por exemplo, uma integração entre cerâmica e vidro pois primeiro estávamos preocupados em corresponder aquele desafio numa perspectiva meramente quantitativa.
Admitimos que possamos vir a fazer formação de cerâmica na Marinha Grande e de vidro nas Caldas da Rainha e até acções de formação conjunta. São porém pistas que não estiveram nos objectivos imediatos mas que se poderão vir a ser colocadas no futuro. Há similitudes entre a cerâmica e o vidro logo a possibilidade de obter sinergias e ganhos para um e outro sector.

GC: O Cencal mudou a forma de dar formação nesta área?
OO:
Sim, o que o Cencal tem feito nos últimos anos é de apostar numa formação de actualização e de aperfeiçoamento, orientada para os activos.
Temos apenas mantido uma única acção de formação de longa duração para quem queria fazer a sua vida no sector da cerâmica, numa lógica não industrial, como criadores e autores independentes.
Numa primeira fase este curso era muito frequentado por ex-alunos do ensino superior mas, por força de alterações normativas, destina-se agora a desempregados com o objectivo de poderem resolver o seu problema de desemprego.
Anualmente fazemos uma exposição no Museu de Cerâmica mostrando os resultados deste curso, de Cerâmica Criativa, mais voltado para a cerâmica de autor.

Este responsável, que esteve na direcção durante os últimos seis anos, deu a conhecer as instalações caldense à então Superintendente da Zona Franca de Manaus (Brasil)

Todas as actividades de formação profissional devem ser feita para o mercado para ter utilidade social – dar competências às pessoas para lhe dar utilidade ou obtendo empregabilidade.
O Cencal tem tido o cuidado de ajustar a sua oferta formativa às necessidade e oportunidades do mercado e portanto dessa maneira faz previamente um ajustamento para que a sua formação tenham uma utilidade social.
Nos últimos anos as orientações políticas deram prioridade às acções de formação que têm dupla certificação – a escolaridade ganhou um acrescido interesse e neste domínio têm sido feitas acções noutras áreas.
Temos até agora dado formação em diferentes áreas como o Comércio, o Secretariado e Trabalho Administrativos, Ciências Informáticas, Tecnologias de Informação Multimédia, a par da Cerâmica Criativa e de Aperfeiçoamento de Competências na cerâmica e ainda damos igualmente atenção à componente das Línguas. Também temos um curso na área das madeiras e que, ao longo dos anos, tem tido algum realce a nível nacional com formandos a ganhar e a participar em concursos nacionais e internacionais. Os alunos que  saem dessa área têm elevados índices de empregabilidade na região.

GC: Quantas pessoas tem formado o Cencal, nas três localidades onde tem Centros Novas Oportunidades?
OO:
O Cencal tem hoje três centros de formação de Novas Oportunidades e tem uma componente associada ao reconhecimento, validação e certificação de competências dando-lhes know how que lhes permita obter a certificação escolar. Temos tentado que para além da certificação haja um reforço efectivo das competências das pessoas que nos procuram – que possam aumentar o perfil de empregabilidade em línguas e tecnologias da informação.
Em finais de Novembro de 2011, o centro de formação caldense tinha desenvolvido 259 acções de formação para 3570 formandos. E desenvolvemos 15 700 horas de formação nos três pólos. Nas Caldas desenvolvemos 77% da formação, em Alcobaça 20% e na Marinha Grande, 3%”.
NO CNO das Caldas em 2011, 140 pessoas certificaram-se com o 9º ano enquanto que 123 com o 12º ano.
Em Alcobaça 228 com 9 º ano e 73 com o 12 º ano. Na Marinha Grande desde Junho de 2011 32 pessoas certificaram-se com o 9º ano e 51 com o 12 º ano.

GC: Como foi o seu contacto com o sector da cerâmica? E como foi lidar com entidades caldenses?
OO:
Hoje vivemos num mundo onde as pessoas devem ser flexíveis e adaptáveis. Tenho hoje em relação à cerâmica alguns conhecimentos, mais do que quando cheguei.
Foi com gosto que aprendi e contactei com estas realidades, criativas, culturais e que considero que me enriqueceram.
Os relacionamentos institucionais com as várias entidades foram normais, estabeleceram-se laços de cooperação e de parceria nalgumas situações. Eventualmente admito que nesses relacionamento encontrei uma cultura onde as entidades olhavam o Cencal como sendo algo a quem se pode pedir muito e ao qual se podia dar pouco.

GC: Na sua opinião acha que mudou o paradigma da cerâmica?
OO:
Sim, mudou. É o que se tem verificado nos últimos anos é a diminuição de empresas cerâmicas, assim como o volume do emprego relacionado com este sector.
Há seis anos ainda desenvolvíamos acções de formação inicial para o sector da cerâmica, para formar técnicos de modelação e técnicos cerâmicos, isto é, preparávamos pessoas para laborar neste  sector. Fazíamos acções de formação de longa duração e que hoje não fazem sentido sobretudo porque não há procura. Não há empresas que procurem esses perfis e os jovens e os desempregados têm uma representação social  negativa em relação à área e não querem formação nesta área.
Fazemos antes acções de formação de aperfeiçoamento e de actualização de competências que possam ajudar as empresas e os trabalhadores a melhorar as suas competências, tentando assim melhorar produtividades e assim contribuir para que as empresas possam ter mais competitividade.

GC: Considera válida a que a aposta no âmbito internacional, atraindo especialistas de cerâmica ao Cencal para trocar experiências com ceramistas portugueses?
OO:
Sim, tem sido uma aposta estratégica do Cencal. Achamos que temos excelentes condições para desenvolver um conjunto de actividades ligadas à formação cerâmica, mas que podem extravasar o âmbito da mesma e que têm que ser equilibradas nos resultados económico-financeiros. O IEFP financia o programa de formação, mas restantes actividades têm que se equilibrar.
O Cencal tem uma história e uma cultura e grandes vultos da cerâmica internacional já passaram por cá. Temos condições técnicas e tecnológicas e de recursos humanos ímpares para o desenvolvimento das actividades de formação e de lazer em relação à cerâmica. Há ainda a possibilidade de realizar um casamento ou ligação com actividades de natureza turística, cultural e patrimonial.
Nas nossas instalações temos bar, refeitório e uma área residencial que podem ser utilizado em períodos de férias e por isso considero que o Cencal poderia ser uma escola de Verão de Cerâmica, tirando partido das suas infra-estruturas.
Este é um projecto que já marcou alguns passos importantes pois nos últimos anos temos recebido grupos de ceramistas galegos para terem formação em modelação de cerâmica, de autores brasileiros em cooperação com a Fundação Ricardo Espírito Santo e também estudantes da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Recebemos pontualmente estudantes de Erasmus da Escola de Manises, de Valência, de uma outra escola de cerâmica polaca e isso são expressões reduzidas daquilo que o Cencal poderia desenvolver e dar à sociedade e à região.
Penso que temos todas as condições para transformar o centro de formação numa Escola de Verão de Cerâmica. Creio que seria possível e já há algumas iniciativas que indicam esse caminho mas em muito pouca escala em relação ao que o Cencal podia fazer e oferecer à sociedade.
Nesta senda temos feito várias candidaturas ao Programa Europeu Leonardo que não mereceram acolhimento, quanto a nós injustamente. Com algum apoio comunitário poderíamos mais facilmente avançar nessa linha.

GC: E isso beneficiaria os ceramistas da região?
OO:
Sim, claro, o Cencal pode  desenvolver mais workshops de Verão e pode desenvolver actividades em que participem cidadãos estrangeiros ou nacionais que podem vir às instalações do Cencal  desenvolver competências na área da cerâmica.
Procuraríamos desta forma  trazer de outros países, até nós, um conjunto de ideias, de saberes, formas de ver a vida e a cerâmica que sejam processos inovadores para os nossos ceramistas.

GC: O Cencal tem apostado noutras áreas, a nível internacional?
OO:
Sim, temos tido alguma experiência muito baseada nas competências e conhecimentos de José Luís Almeida Silva na área da consultadoria estratégica e criámos uma relação com o Estado do Amazonas, trabalhando no desenvolvimento do pólo cerâmica de Iranduba, do outro lado do rio de Manaus.
Temos avaliado  as condições para o desenvolvimento dessa actividade que pode e deve dar sequência que já não é estratégica mas sim operacional. Creio que iremos  ajudar a instalar indústria cerâmica no Amazonas e dar formação sobre como se qualificam os recursos humanos para trabalhar nessa indústria.
Eu ficaria muito satisfeito se o que ainda é uma consultadoria estratégica resultasse numa consultadoria técnica, operacional e de recursos humanos, por exemplo, com a instalação de uma escola-oficina de Cerâmica Criativa no Brasil. O Cencal poderá ser útil na área a consultadoria técnica sobre os equipamentos e acções de formação para formar os recursos humanos.

GC: Além da formação, o Cencal presta outros serviços às empresas desta região?
OO:
Hoje, o Cencal, apesar da tal mudança de paradigma da redução da importância do sector cerâmico, procura diariamente saber quais são as necessidades das empresas de cerâmica e a dar-lhes resposta. Desenvolvemos hoje, para além da formação dos activos, consultadoria técnica para algumas empresas até fora das Caldas, desenvolvemos ensaios de laboratório para o sector cerâmico.
Naturalmente à medida que diminuiu a importância da cerâmica, o Cencal procurou outras actividades pois é preciso não esquecer que a AIRO também pertence ao Cencal, logo temos uma obrigação e responsabilidade social vai para além da cerâmica e abrange toda a indústria da Região Oeste.
A acção do Cencal tem uma forte ligação às empresas, e procura perceber as necessidades, os perfis dos postos de trabalho e as competências que são mais necessárias. Fazemos visitas às empresas numa leitura permanente.

Natacha Narciso
nnarciso@gazetacaldas.co

“Memória e futuro” no Museu de Cerâmica

Publicado a 16 de Dezembro de 2011 . Na categoria: Cultura Destaque Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Alguns dos trabalhos que podem ser vistos na mostra

Está patente, desde quarta-feira, 15 de Dezembro, no Museu da Cerâmica a exposição “Cerâmica: memória e futuro” que é constituída por um conjunto de peças produzidas na oficina daquele espaço museológico.

As obras resultam de projectos educativos que foram feitos em parceria com escolas do ensino oficial, do ensino especial e de instituições de acompanhamento de seniores e outros públicos.

“Cerâmica: memória e futuro” pode ser apreciada até ao dia 15 de Fevereiro, entre as 10h00 e as 12h30 e das 14h00 às 17h00, de terça-feira a domingo.

N.N.

 

Atelier de Natal no Museu de Cerâmica

Publicado a 9 de Dezembro de 2011 . Na categoria: Actuais Breves Cultura . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Entre os dias 19 e 22 de Dezembro, entre as 10h00 e as 12h00, vai realizar-se no Museu de Cerâmica um Atelier de Natal que tem como objectivo criar um centro de mesa natalícia para os petizes oferecerem à família.

A actividade destina-se a participantes com idades entre os cinco e os 12 anos e custa 2,5 euros. Para participar é necessária marcação prévia, através do tel. 2626840280. 

N.N.

Ciência foi tema de debate no CCC e no Museu de Cerâmica

Publicado a 2 de Dezembro de 2011 . Na categoria: Cultura Destaque Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A conferência com Jorge Calado teve 150 pessoas na assistência

“A Química através de tudo” designou a conferência de ciência, proferida por Jorge Calado, a 23 de Novembro, no CCC. A iniciativa, inicialmente prevista para o espaço do Café-Concerto e em formato de Café de Ciência, teve que ser transferida para o pequeno auditório, tal foi a afluência de público. 

Ao todo cerca de 150 pessoas assistiram a conferência deste cientista que apresentou uma viagem no tempo e interligou ciência, história e artes, desde os gregos até à actualidade. 

No final houve a habitual sessão de autógrafos do livro de Jorge Calado, “Haja luz! Uma história da química através  de tudo”, que esteve à venda no CCC e que esgotou em pouco tempo.   

A iniciativa foi organizada pelo Clube de Ciência da Escola Secundária Raul Proença, em colaboração com a Secundária Rafael Bordalo Pinheiro e com o apoio do CCC, da Câmara das Caldas e do Centro de Formação de  Professores Centro-Oeste. Esta sessão, inserida na Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, proporcionou o encerramento com chave de ouro das comemorações de 2011-Ano Internacional da Química, nas Caldas da Rainha. 

 Professores da Raul Proença contaram como é o CERN 

O Museu de Cerâmica recebeu no serão de 25 de  Novembro a palestra “No CERNe da Ciência”, que foi coordenada pelos professores Carlos Pires e Cristina Franqueira, da Escola Secundária Raul Proença. 

A sala foi pequena para todos os que quiseram assistir à viagem virtual ao maior laboratório do mundo – o CERN, situado em Genebra. 

Os dois professores da escola secundária contaram a sua experiência de formação no famoso CERN, explicando, para um público muito heterogéneo, os segredos do infinitamente pequeno que poderão ajudar a compreender o infinitamente grande: o Universo, a sua origem e o seu futuro. 

A sessão foi organizada pelo Clube de Ciência da Escola Secundária Raul Proença, em parceria com o Museu de Cerâmica e fez parte da programação oficial da Semana Nacional da Ciência e Tecnologia que decorreu de 21 a 27 de Novembro. 

Natacha Narciso 

nnarciso@gazetacaldas.com  

ACONTECIMENTOS CULTURAIS

Publicado a 1 de Dezembro de 2011 . Na categoria: Acontecimentos Culturais Agenda Destaque . Seja o primeiro a comentar este artigo.
 
 

“Em Desenho” designa a mostra de alunos da ESAD, no Museu Malhoa

ALUNOS DO MESTRADO DE ARTES PLÁSTICAS NOS SILOS

Está patente na sala Farinha, nos Silos a exposição colectiva

que é composta por trabalhos desenvolvidos por sete alunos do curso de Mestrado em Artes Plásticas da ESAD.

Poderão ser apreciadas obras de Catarina Pereira,

Constança Clara, Hélder Gorjão, João Maurício, Luís Plácido Costa, Nuno Rodrigues e Pedro Ruivo.

A exposição vai esta patente até ao dia 4 de Dezembro e poderá ser apreciada entre as 16h00 e as 22h00.

CERÂMICA CONTEMPORâNEA INGLESA EM DESTAQUE NO MUSEU DE CERÂMICA

Está patente, no Museu de Cerâmica, a exposição “Núcleo de Cerâmica Inglesa, Colecção Francisco Coutinho Carreira – Doação José Coutinho Martins e Ilda da Piedade Fortunato Martins”, pertença do Museu da Cerâmica.

Da mostra faz parte um conjunto de 40 peças de cerâmica contemporâneas, da mais significativa produção inglesa do século XX como por exemplo das casas Poole, Crown Devon, Royal Doulton, Beswick, Carlton Ware e Luxor.

A mostra está patente até ao dia 29 de Fevereiro de 2012.

“EM DESENHO” NO MUSEU MALHOA

O Museu de José Malhoa acolhe a exposição “Em Desenho” que integra trabalhos de alunos de Artes Plásticas da ESAD.CR, realizados no âmbito da disciplina de projecto de desenho do 2º ano.

A mostra poderá ser apreciada até ao dia 9 de Janeiro de 2012.

JORGE FEIJÃO NO CCC

A partir de 1 de Dezembro poderá ser apreciada uma exposição de pintura de Jorge Feijão no CCC. O autor nasceu em Sarcelles (França), em 1971 mas vive e trabalha nas Caldas da Rainha há vários anos. Licenciado em Artes Plásticas na ESAD.CR, e depois foi docente naquela escola entre 2003 e 2006. Está representado em várias colecções particulares e institucionais. A mostra poderá ser vista até ao final de 2011.

VITOR MOTA EXPÕE EM LOJA NA PRAÇA 5 DE OUTUBRO

A loja de roupa ML Look, acolhe a exposição “Veste&Arte” que integra presépios de Vítor Mota. A mostra vai estar patente até dia 26 de Dezembro 2011 na Praça 5 de Outubro.

SERIGRAFIA DA ESAD NA CASA DO PELOURINHO EM OBIDOS

Está patente na Galeria Casa do Pelourinho/Óbidos uma exposição de trabalhos das oficinas de Serigrafia e de Gravura da ESAD.CR, que são coordenadas por Vera Gonçalves. É possível conhecer as diversas possibilidades criativas das técnicas de impressão manual usadas pelos estudantes da ESAD. A mostra poderá ser apreciada até ao dia 1 de Dezembro.

Obra que integra a mostra colectiva da Galeria Pepper’s

COLECTIVA NA GALERIA PEPPER’S

Está patente na Galeria Pepper’s uma exposição colectiva de pintura e escultura. Podem ser apreciadas obras de pintura de Mário Rodrigues, Varatojo e de Vasco Torres. As esculturas desta mostra pertencem a Borys, Chico Chaves, Rogério Abreu, Thierri Ferreira e de Chico Nico.

A mostra vai estar patente até 31 de Dezembro. A Galeria Pepper’s fica na Rua Miguel Bombarda.

COLECTIVA DE PINTURA E ESCULTURA NA CENTURY 21

A Century 21 tem patente, nas suas instalações na Avenida da Independência Nacional nº 4 uma exposição de pintura e de escultura que é feita em parceria com a Galeria Pepper’s.

MOSTRA COLECTIVA NA GALERIA ENTR’ARTES

A Galeria Entr’Artes – que está integrada na Loja do Ceramista, na Zona Industrial – apresenta uma mostra colectiva da qual fazem parte obras de cerâmica de Bolota, Carlos Enxuto, Eduardo Constantino, Hugo Graça, Mário Reis, Paulo Óscar, Rute Félix e Susana Jorge. Poderão também ser apreciadas pinturas de Ana Ambrósio, Diogo Olivença, Filipa Rodrigues, Filipe Ribeiro e de João Serigado. A mostra que também homenageia Manuel Taraio vai estar patente até ao início do próximo de 2012.

PINTURA E CERÂMICA DE JOÃO SERIGADO NA GALERIA-CAFÉ

Está patente na Galeria-Café, no Bairro Lisbonense, uma exposição venda de obras de cerâmica e de pintura de João Serigado, até ao final de Dezembro.

EXPOSIÇÕES EM TORRES VEDRAS

A Galeria Municipal de Torres Vedras acolhe duas exposições: “Urdidura e Silêncio” de Javier Léon e “O Branco do Papel” de Fernando Daza. Ambas vão estar patentes até 28 de Janeiro.

Natacha Narciso
nnarciso@gazetacaldas.com

Cerâmica no edifício da EDP

Publicado a 28 de Outubro de 2011 . Na categoria: Cultura Painel . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Está patente no edifício da EDP, nas Caldas da Rainha, a primeira exposição do ciclo de Cerâmica/Pintura 2011/2012, promovida pelo Clube de Pessoal daquela empresa.
Esta iniciativa cultural arrancou com a apresentação de uma mostra de cerâmica contemporânea de Liliana Sousa, autora de Alcobaça, e na sua inauguração contou com a presença de vários responsáveis da empresa, incluindo o director geral e o presidente do Clube de Pessoal.
A própria EDP adquiriu uma das obras da autora, presente nesta mostra que pode ser vista até hoje, 28 de Outubro, entre as 8h00 e as 20h00.

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