Hoje, 26 de Outubro, pelas 21 horas, irá decorrer uma conferência espírita sobre o tema “ O passe espírita cura: provas científicas”.
O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, na rua Francisco Ramos, nº 34, r/c (Bairro das Morenas), nas Caldas da Rainha.
As entradas são gratuitas.
Realizou-se pelo 4º ano consecutivo, um acampamento nos dias 16 e 17 de Junho, no Parque de Campismo da Foz do Arelho, com alunos do 3º e 4º ano da escola do Campo. Este acampamento foi organizado pelos pais que contaram com a colaboração da Professora Teresa, da Professora Ana Rita e do Professor João Diogo. A camaradagem entre os alunos, pais e professores foi saudável e o principal objetivo foi garantir o divertimento de todos. Todos os alunos receberam uma medalha como recordação por terem cumprido todos os objetivos escolares. Desde frango assado, hambúrgueres, pizas, jogos de Uno, jogos do mata, jogos de quatro em linha, provas de orientação e mergulhos na piscina…o divertimento foi garantido. Para o ano os pais querem mais…
Anabela Fino
O PSD das Caldas da Rainha vem uma vez mais comunicar aos militantes que no próximo dia 3 de Março decorrem as eleições directas para o Presidente da Comissão Politica Nacional do PSD, decorrendo o acto eleitoral entre as 17 e as 23h na sede do PSD das Caldas da Rainha.
Num momento de grave crise económica, causado por uma governação socialista e que deixou o País à beira da falência, todos sabemos das dificuldades em governar e de quanto custa pedir aos Portugueses os sacrifícios que são necessários para evitar que Portugal entre na convulsão económica e social como está a acontecer na Grécia, à beira de uma guerra civil. É neste contexto que o apoio claro no Dr. Pedro Passos Coelho se torna necessário.
A Comissão Política de Secção do PSD das Caldas da Rainha faz um apelo a que todos os militantes venham votar nesta eleição
O Presidente do PSD das Caldas da Rainha
Fernando Costa
O Presidente da Mesa de Assembleia Geral do Centro de Apoio Social do Nadadouro, de acordo com o Artº 29º, ponto 2., alínea b) dos estatutos, convoca todos os sócios para uma reunião a realizar no dia 18 de Março de 2012, pelas 15 horas, no Centro de Dia, com a seguinte ordem de trabalhos:
1 – Apresentação, discussão e votação do relatório e contas do ano de 2011;
2 – Outros assuntos de interesse para a Instituição.
O Presidente da Mesa de Assembleia Geral
César da Conceição Dimas Pereira
Desde que participamos no arranque deste movimento tivemos duas semanas de constantes injúrias, mentiras e provocações, respondidas sempre por uma rigorosa contenção. A nossa indiferença às provocações era obrigatória, por vezes não compreendida por alguns, mas tínhamos de cumprir um objectivo maior – defender para as nossas gentes sem hesitações os cuidados de saúde hospitalares nesta região oeste norte.
A 15 de fevereiro o auditório 2 do CCC encheu pelas costuras (cerca de 250 pessoas) um auditório cheio de democratas só motivados por obter conhecimento sobre um tema que lhe dizia respeito e sobre o qual queriam tomar decisões.
Nessa sessão pública todos foram ouvidos e todos participaram nas decisões. Foi aprovada uma petição pública (o seu texto foi concluído por representantes dos que estiveram presentes) e marcada uma manifestação pacífica para todos dar-mos um abraço ao nosso hospital.
No dia 24 de fevereiro cumpriu-se o objectivo e os 250 do CCC transformaram-se em cerca de 2500 e foi bonito de ver, sem tutelas e sem líderes toda essa mole de gente fez uma demonstração de amor á sua terra e às gerações futuras. Foi de uma ternura enorme vermos todos quererem concluir o abraço, ouvia-se, viemos abraçar então temos de dar o abraço. E o abraço foi dado.
Quando todos nós estávamos para recolher a nossas casas porque a tarefa a que nos tínhamos proposto estava concluída começou como um sussurro e tornou-se como uma vontade colectiva, todos quisemos ir abraçar o nosso hospital termal, e este é o sinal de que não aceitamos o fecho deste hospital.
Estes abraços foram dados em família e tiveram a capacidade de tornar os nossos corações mais fraternos e todos nós ficarmos mais atentos e foi traçada uma linha que significa, que sobre estas questões centrais para as nossas vidas, para o nosso desenvolvimento e a sustentabilidade das futuras gerações, queremos ser ouvidos.
Tudo isto não é boato, isto passou-se durante os últimos 15 dias e já foram recolhidas cerca de 11500 assinaturas de acordo com a petição e não vai ficar por aqui.
O futuro não está garantido, a nossa atenção será determinante.
O próximo passo será a entrega da petição com as assinaturas na Assembleia da República.
Bem hajam a todos os que participaram neste início de luta,
podem sempre contar connosco.
O Partido Socialista das Caldas da Rainha
A Associação Dadores Benévolos de Sangue das Caldas da Rainha vai realizar uma colheita de sangue no dia 4 de Março, domingo, no Centro Social da Amoreira, entre as 9h30 e as 13h00.
Mais uma vez o Hospital Termal é objeto da gula dos grupos financeiros ligados à saúde.
Já em 2007 e 2008 a ameaça pairou sobre o Hospital e em 2011, num estudo encomendado ao ISCTE, mantendo embora a ligação ao Serviço Nacional de Saúde, propunha que uma parte significativa do património termal pudesse ser entregue a privados.
Agora, a proposta de Reorganização da Região Oeste- Cuidados Hospitalares, vem apontar para o encerramento do Hospital Termal Rainha D. Leonor com a justificação de que as instituições hospitalares devem centrar a sua atividade na assistência e prestação de cuidados médicos às populações, para que o património do Hospital ( Mata, Parque, igrejas, etc) seja cedido, mediante protocolo, à Câmara Municipal das Caldas da Rainha, assim como equaciona a concessão do Hospital Termal Rainha D. Leonor a uma unidade de gestão hoteleira que rentabilize o equipamento e edifício, desprezando de uma assentada a vocação terapêutica da água.
Isto quer dizer que o governo PSD/CDS atira para o lixo o estudo elaborado há pouco tempo (no qual se gastaram milhares de euros) e segue as pisadas de governos anteriores, considerando que o Ministério da Saúde não tem vocação para a gestão e exploração dum património de importância histórica e artística bem como do potencial do Hospital na área do Termalismo.
É sempre a mesma conversa!
Querem servir os interesses do capital financeiro e colocar ao serviço de uns poucos o património que é de todos, retirando-o do Serviço Nacional de Saúde.
Mas parece que pelos vistos também não têm vocação para prestar cuidados hospitalares a Peniche e Alcobaça (onde se quer acabar com as urgências) e às Caldas da Rainha, onde se propõem acabar com várias especialidades e serviços à população.
Para o PCP e grande parte dos caldenses e das populações dos concelhos vizinhos ( Bombarral, Óbidos, Peniche, Alcobaça), é dado adquirido que o Hospital Termal se deve manter no Serviço Nacional de Saúde, conforme ficou demonstrado com a presença de milhares de pessoas na grande jornada de “Abraço aos Hospitais das Caldas”.
Reafirmamos que é urgente e imperioso conseguir um compromisso entre o Estado e a Comunidade Caldense até porque o Hospital Termal e o seu Património são um legado da Rainha D.Leonor às Caldas da Rainha e ao seu povo, que não pode ser alienado por qualquer governo ( mesmo que a mando da troika) e abusivamente entregue a privados.
Lembramos ainda a deliberação, tomada por unanimidade, em Assembleia Municipal de 19/9/2006, na qual ficou claramente expresso que o Hospital Termal deveria permanecer integrado no SNS, e que não deveria ser alvo de qualquer concessão.
A Comissão Concelhia das Caldas da Rainha do PCP alerta para mais esta tentativa de lesar o património caldense e nacional e apela à indignação de todos, para que se mobilizem e oponham a mais este atentado à nossa história.
O Hospital Termal e o seu património são do povo das Caldas da Rainha.
A Comissão Concelhia das Caldas da Rainha do PCP
A APEASO, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas de Santo Onofre, levou o Carnaval às Piscinas Municipais das Caldas da Rainha, promovendo uma semana diferente com os seus alunos da escola de Natação. Viveu-se um ambiente de festa e animação, onde os alunos e os professores foram para as aulas mascarados e a música da época se fez ouvir por toda a piscina. As aulas transformaram-se em jogos e circuitos de cooperação, onde todos os alunos trabalharam em conjunto para alcançar os objetivos dos jogos. Foi uma semana colorida e com muito boa disposição para pequenos e graúdos, com muitas risotas e brincadeiras. A APEASO quer dar cor à sua vida, venha ter connosco às Piscinas Municipais para a modalidade de Natação em todos os escalões etários: bebés (dos 6 aos 36 meses), adaptação ao meio aquático 3/4 anos, 5/7 anos e 8/14 anos, Nível 1 para crianças (aprendizagem do Crol e Costas), Nível 2 para crianças (aprendizagem de Bruços e Mariposa e aperfeiçoamento técnico dos 4 Estilos), adaptação ao meio aquático, aprendizagem e aperfeiçoamento para Adultos. Para além da natação pura apresentamos ainda aulas de Hidroginástica, Hidrodeep com mensalidades desde 13 euros.
Carla Bernardo
Quando um estudo com cobertura nacional sobre a prestação de cuidados de saúde sinalizou a necessidade de um novo hospital no Oeste, a construir na zona de Caldas da Rainha, não o fez por pura filantropia. O Oeste é a zona do território nacional com menos investimento na saúde e nos serviços hospitalares nas últimas décadas. Comparativamente, todas as outras regiões do país foram objecto de maiores e melhores investimentos e estão hoje mais bem servidas de serviços de saúde que a zona Oeste Norte. Neste cenário, consideramos inadmissível que se queira agora agravar a precariedade em que se encontra a oferta de cuidados de saúde com o encerramento de valências dum hospital que se transformou numa referência nacional, por mérito próprio, por muito trabalho e muita competência, dos seus quadros ao longo de muitas décadas.
Perante a grave ameaça de encerramento de especialidades, num desvario meramente economicista, com a necessidade de “mostrar serviço” à troika, tem estado em preparação o desmantelamento de SNS – Serviço Nacional de Saúde, com uma grande penalização das condições de vida e do acesso à saúde das populações do Oeste. O CHON – Centro Hospitalar Oeste Norte serve uma população que pode atingir sazonalmente mais de 250 mil habitantes numa zona do país ainda em crescimento demográfico e com crescentes fluxos e investimentos turísticos. Esta população não pode ficar sem resposta eficaz de serviços de saúde hospitalares. Os partidos da oposição assumiram uma postura de responsabilidade perante este cenário e chamaram a população de Caldas da Rainha à defesa dos seus legítimos interesses. O BE associou-se ao PS e à CDU na convocação de uma sessão de esclarecimento e na mobilização popular para o cordão humano de solidariedade e reivindicação Um Abraço ao Hospital, na convicção de que a participação dos cidadãos é essencial quando estão em causa os valores da vida e o acesso à saúde. Igualmente subscrevemos e apoiamos a petição em circulação para defesa dos serviços hospitalares nas suas actuais condições. Repudiamos qualquer tentativa do poder local, ou central, para desviar a atenção do essencial – o desmantelamento do SNS e encerramento de serviços hospitalares essenciais – que está em causa, tentando partidarizar negativamente a participação dos cidadãos e cidadãs na defesa dos seus interesses, fazendo contra-vapor junto dos seus simpatizantes numa instrumentalização sectarista inaceitável. Os Caldenses e Oestinos já deram provas de maturidade cívica e política para não se deixarem enganar com promessas duvidosas.
A zona Oeste, entre Torres Vedras e Leiria não pode ficar desprovida de uma serviço hospitalar eficaz e competente. Com a reorganização em curso além dos encerramentos das unidades de Peniche a Alcobaça, o encerramento de especialidades em Caldas da Rainha deixa toda esta zona numa situação de grande vulnerabilidade, no que respeita aos cuidados de saúde de primeira linha. O acesso das populações à saúde é um bem de primeira necessidade e o BE vai continuar a bater-se em todas as circunstância pela permanência do SNS no Oeste com todas as valência que comporta actualmente. Tememos que para além da intenção de privatizar o Hospital Termal o Ministério da Saúde queira criar as condições para a privatização das unidades de Alcobaça e de Peniche. Estamos contra a transformação dos cuidados de saúde das populações do Oeste transformados numa oportunidade de negócio para qualquer grupo privado. Opomo-nos à privatização de qualquer das unidades que compõem o CHON, seja o Termal, Alcobaça ou Peniche. Este cenário dificulta e encarece o acesso à saúde de toda a população do Oeste. Para o BE a saúde é um direito não é um negócio.
Rejeitamos os cenários de privatização dos serviços de saúde e o desmantelamento que se prepara. A desornamentação anunciada só se consegue encerrando serviços e despedindo pessoal. Não é possível fazer as reduções anunciadas sem desmantelar serviços e dispensar pessoas. O BE está do lado dos utentes e do lado do pessoal médico, auxiliar, de serviços, etc. Pugnamos por um serviço adequado e competente que valorize os profissionais e estime os doentes. Exigimos uma gestão pública competente que racionalize recursos sem desmantelar serviços. Mantemos a convicção que a solução passará a médio prazo pela construção de um novo hospital para servir a população do Oeste, em Caldas da Rainha.
Temos também a convicção que um projecto de termalismo bem gerido, com transparência, objectivos bem definidos, e uma gestão autónoma mas integrada no SNS, pode contribuir para a sustentabilidade do SNS no Oeste. O recurso intensificado aos tratamentos termais, assente no uso de um recurso que nasce aqui, de geração espontânea – a água termal – pode poupar muitos milhões ao orçamento de estado na substituição de medicamentos comprados ao estrangeiro para tratar doenças respiratórias, dermatológicas, reumáticas e outras. Há muito por onde cortar e muito por onde bem gerir recursos, sem cortar direitos essenciais à população, nomeadamente nos serviços de saúde. O hospital Termal não precisa de ser privatizado para ser viável. Precisa sim de ser bem gerido, mantendo a sua vocação terapêutica e incrementando a vocação de lazer, sem sair do SNS e sem parceiros com outras vocações ou prioridades, por mais respeitáveis que sejam. Um hospital termal bem gerido contribui para a sustentabilidade do SNS e para a afirmação identitária de Caldas da Rainha e do Oeste.
Caldas da Rainha, 27 de Fevereiro de 2012.
A Comissão Concelhia do BE das Caldas da Rainha
O PSD das Caldas da Rainha tem vindo a seguir com atenção as decisões que o Governo está a preparar para os hospitais das Caldas da Rainha, Alcobaça, Peniche e Torres Vedras, com vista a concentrar estes hospitais num único centro hospitalar, tendo como pressuposto um elevado défice de 80 milhões de euros e a necessidade de reduzir custos e consequentemente reorganizar os serviços e prestações de cuidados de saúde em cada um destes hospitais.
1 – As informações não oficiais que nos chegaram no final de Janeiro deixaram de imediato preocupados o PSD, autarcas e deputados do distrito e que, de imediato, solicitaram explicações aos responsáveis do Ministério da Saúde.
2 – A Srª Deputada Maria da Conceição, para além das intervenções na Assembleia da República, reuniu com a Administração Regional de Saúde no dia 2 de Fevereiro do corrente e o Presidente da Câmara Municipal no dia 7 de Fevereiro.
3 – O PSD e os autarcas de Caldas da Rainha manifestaram desde logo os seguintes pontos de vista:
a) A melhor solução, do nosso ponto de vista, é manter os dois centros hospitalares totalmente independentes, com os serviços existentes em cada hospital e obter redução de custos com melhor racionalização de serviços,
b) Caso tenham que ser unificados a Administração Hospitalar deve ficar sediada nas Caldas da Rainha.
c) As valências fundamentais devem permanecer no hospital e todas as especialidades (e no mínimo com consulta externa).
d) Devem ser reactivadas especialidades antes suspensas e criadas as novas que mais se justificam.
e) Deve manter-se a cirurgia geral programada, no todo ou em parte, em função dos espaços disponíveis e da concentração de outros serviços no Hospital das Caldas da Rainha e que venham do Hospital de Torres Vedras, e desde que não haja descaracterização da sua matriz essencial.
O Hospital Termal deve manter as suas valências e inserido no S.N.S. A haver alteração nesta área, o Hospital Termal deve ser gerido pelo Montepio Rainha Dona Leonor em parceria com o Ministério da Saúde e Município das Caldas da Rainha. Deve ser garantida uma candidatura ao QREN para a sua recuperação, para o tornar sustentável.
Quanto ao Parque e Mata aceitamos a sua transferência para o município, por concessão, integrando o património e águas termais em parte para poder ser explorada a viabilidade de concessão a privados para nova unidade termal e hoteleira.
Um novo Hospital ou alargamento do actual: face á matriz fundamental da saúde na origem das Caldas da Rainha e sendo por mais evidente que as actuais instalações hospitalares são exíguas e logo que os recursos financeiros do País o permitam, deve ser equacionada a construção de uma nova unidade hospitalar ou no mínimo o alargamento do Hospital das Caldas da Rainha e bem assim o melhoramento das outras unidades.
1. O PSD lamenta a campanha de boatos e meias verdades postas a circular na cidade de que o Hospital das Caldas iria fechar, no todo ou em parte, ( maternidade, obstetrícia e pediatria…) e que a administração seria deslocada para Torres Vedras.
2. O PSD lamenta as convocações de reuniões e manifestações por parte do PS, PCP e BE que sem darem conhecimento ao PSD e ao CDS e antes de reunir a Assembleia Municipal ou comissão da saúde, contrariaram uma prática de muitos anos sobre questões de saúde em que sempre todos os partidos estiveram unidos.
O PSD lamenta que as anteriores administrações do hospital compostas e presididas por socialistas tenham gerado uma divida de cinquenta milhões de euros e levado o hospital à falência técnica e que obriga a um conjunto de medidas dolorosas para todos nós mas necessárias para evitar o seu encerramento.
O PSD lamenta o sectarismo, arrogância e clima de insultos na reunião do CCC onde mais do que o esclarecimento se pretendeu fazer baixa política.
O PSD lamenta o sectarismo na convocação do abraço ao Hospital por parte do PS, BE e PCP que foi feita sem qualquer diálogo com os restantes partidos, Câmara Municipal, Juntas de Freguesia e Assembleia Municipal.
Se tivéssemos sido convidados não só teríamos estado presentes com maior representação, como nada temos contra aqueles que ali estiveram, porque os Hospitais merecem a solidariedade e a defesa de todos os caldenses.
É da maior gravidade a partidarite e o aproveitamento deste assunto recorrendo à mentira e alarmismo da opinião pública e dos Caldenses para obter resultados eleitoralistas.
O PSD e os seus autarcas juntamente com todos os outros partidos e com a população, em geral tudo farão para que os Hospitais das Caldas não saiam prejudicados desta reorganização da saúde.
Podemos garantir que os Hospitais não fecham, com a administração nas Caldas e com as principais valências. Mas queremos ainda um futuro seguro e melhor.
PS. Já depois de elaborado este comunicado congratulamo-nos com o facto da Comissão Municipal de Saúde ter aprovado por unanimidade uma moção sobre os Hospitais.
O Presidente da Comissão Política de Secção das Caldas da Rainha
Fernando José da Costa




