Gazeta das Caldas obrigada a ajustar as assinaturas

Publicado a 4 de Maio de 2012 . Na categoria: Actuais Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Visto o nosso jornal ter o valor das assinaturas desajustado em relação aos portes de correio e impostos que está a pagar, vai ser obrigado a ajustar os seus preços. Contudo, para minimizar os efeitos para os leitores, Gazeta das Caldas oferecerá vales para publicidade no valor dos aumentos, a que se juntará as actuais campanhas de descontos que os assinantes já dispõem em inúmeros estabelecimentos e empresas da região (e que constam no verso desta página).
Lamentamos profundamente estes acertos, mas os leitores dispõem até ao final do mês de Maio para renovarem as suas assinaturas aos preços em vigor, só sendo implementados os novos preços no mês de Junho.

Assinaturas para Portugal aumentam 3,8 cêntimos por semana

As assinaturas anuais da Gazeta das Caldas para Portugal passam a custar 20 euros a partir de Junho de 2012, equivalente às assinaturas mais baixas dos jornais regionais e correspondendo a um aumento de menos de 4 cêntimos por edição. A maioria dos jornais regionais semanários no nosso pais têm as assinaturas anuais a valores entre os 20 e os 35 euros por ano.
Mas para compensar este aumento oferecemos a cada assinante, por ano, um anúncio classificado no valor de 2,95 euros, ficando o assinante beneficiado em 0,95 euros. Se o assinante estiver desempregado ou procurar um novo emprego, o jornal oferece a publicação semanal enquanto necessitar de um anúncio classificado de oferta de emprego.
Esta é uma forma de contribuir para a procura de emprego para os nossos assinantes.
Presentemente o envio semanal do jornal para os leitores custa de portes de correio 0,16 euros, a que se junta 0,02 euros do IVA, ficando apenas para suportar os custos de tipografia e da redacção o valor de 0,20 euros por jornal.

Gazeta oferece Vales PUB aos assinantes

Os assinantes habituais da Gazeta das Caldas que residem no estrangeiro vão ver aumentados as assinaturas em 15 euros para a Europa, mas o nosso jornal oferece a todos, e por ano, um valePUB de 20 euros para publicidade a inserir em qualquer edição do jornal.
Para fora da Europa o aumento será de entre 22 euros (envios pela Iberomail) e 25 euros (envios pelos CTT), oferecendo a Gazeta das Caldas aos assinantes um valePUB de 40 euros por cada revalidação das assinaturas.

Para os leitores compreenderem a necessidade deste ajustamento apresentamos os custos de envio respectivamente para a Europa e fora da Europa:

Em ambos os casos o valor cobrado da assinatura para apoiar as receitas do jornal é insignificante, mas mesmo assim em ambos os casos o jornal oferece aos seus assinantes, como prémio de fidelidade, um valePUB no valor de 20 Euros, para cada pagamento anual da assinatura.
Para os assinantes de fora da Europa a Gazeta das Caldas oferece um valePUB anual no valor de 40 euros, para todos os assinantes com a anualidade em dia.
Pelos valores apresentados, os leitores perceberão que o benefício para o jornal é muito baixo, sendo que esta é a forma encontrada para continuar a servir os nossos leitores em Portugal e espalhados pelo mundo.
Desde que o governo anterior retirou os portes pagos para todos os leitores, sendo os que habitam no estrangeiro os mais penalizados, Gazeta das Caldas tem tentado suportar estoicamente o aumento destes custos de envio, mas o problema tornou-se insustentável.
Oferecemos ainda em alternativa a assinatura on-line do jornal, enviando a edição digital através da internet, pelo custo de 17 euros.
A terminar esta notícia, que não será muito agradável para a maioria dos leitores no tempo em que estamos – mas que se torna indispensável para dar sustentabilidade a este projecto – queremos agradecer a fidelidade e a consideração que têm por nós os milhares de assinantes da Gazeta das Caldas existentes em todo o mundo.
Sabemos que colocam o nosso jornal como uma referência fundamental no jornalismo regional, pois além de sermos – talvez por essa razão -  o mais importante semanário regional do sul do Oeste, também somos uma voz atenta, interveniente e independente dos poderes políticos, económicos e de grupo de interesses.
Não somos infalíveis, como qualquer ser humano, mas tentamos sempre melhorar e reconhecer os nossos erros e pugnar pela justiça, igualdade e equidade.
Queremos continuar a fazê-lo num momento difícil para o país e para o mundo, sabendo que cada vez vai ser mais difícil atingir os equilíbrios orçamentais na nossa gestão, mas continuamos a fazer as poupanças mais exigentes, não perdendo a qualidade do que publicamos semanalmente.
Fica esta palavra de confiança naqueles para quem trabalhamos, o jornal há quase cem anos e esta equipa há quase 40 anos.

A Direcção

Imagens referentes à estreia da peça no ginásio da Escola Industrial e Comercial, hoje Escola Secundária Rafael Bordalo Pinheiro

No próximo dia19 de Abril, pelas 18h30, na ESAD.CR vai decorrer uma sessão aberta a todos os caldenses, que assinala os 40 anos da representação da peça “Morte e Vida Severina” do poeta brasileiro João Cabral de Melo Neto, que foi representada nas Caldas por um grupo de finalistas da Escola Industrial e Comercial das Caldas da Rainha.
Viviam-se nessa época (1971 e 72) os últimos anos da ditadura em Portugal e por isso nesta sessão, com entradas gratuitas, pretendeu-se relembrar como se fazia teatro, escapando aos crivos da censura, antes da revolução dos Cravos.
Será com o objectivo de partilhar memórias sobre como foi ensaiar e representar “Morte e Vida Severina” que terá lugar essa sessão na escola de artes caldense. Assim, na próxima quinta-feira, 19 de Abril, será recordada aquela  experiência teatral, que reuniu vários professores e alunos.
A peça da autoria de João Cabral Neto, que foi depois do 25 de Abril cônsul do Brasil no Porto, com canções do então desconhecido Chico Buarque, foi representada em Portugal no final dos anos 60 e acabou por ser encenada na Escola Comercial e Industrial por iniciativa do professor da escola, Manuel Gil.

Mais sobre Celebrar 40 anos (…)

Gazeta das Caldas fecha mais cedo

Publicado a 2 de Março de 2012 . Na categoria: Actuais Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Por forma a fazer coincidir a saída de um suplemento dedicado ao Dia da Mulher no próprio dia 8 de Março (quinta-feira) a próxima edição do nosso jornal fechará mais cedo, na segunda-feira, 5 de Março.
Os nossos anunciantes e colaboradores deverão, assim, entregar-nos os originais até esse dia.
Um suplemento no feminino foi a forma que a Gazeta das Caldas encontrou de assinalar este ano o Dia Internacional da Mulher. Nele vamos dar a conhecer histórias de jovens empreendedoras e de mulheres que vingaram em mundos profissionais tradicionalmente reservados aos homens. Fomos também saber se as mulheres que ocupam cargos de liderança sentem, nas suas funções, algumas dificuldades acrescidas pelo facto de serem mulheres e que significado tem para elas este dia 8 de Março.
Nesse suplemento temos ainda um testemunho do que é ser feminista em pleno século XXI e vamos contar-lhe como surgiu esta efeméride.

A morte de um inspirador do projecto informático da Gazeta das Caldas

Publicado a 14 de Outubro de 2011 . Na categoria: Opinião . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Poderá parecer estranho aos leitores que a informatização deste jornal esteja associado a Steve Jobs (fundador da Apple nos finais dos anos 70). Na verdade a adesão da Gazeta das Caldas às novas tecnologias foi iniciada bem cedo, na década de 80, quando os micro computadores ainda eram desconhecidos nos pequenos jornais.
A história tem um pouco de pessoal, tendo depois sido transmitida às várias entidades com que estivemos ligados nos últimos 30 anos.
Recordo bem os tempos no início dos anos 80, quando estavam em voga os pequenos “micro computadores” Spectrum, que estavam a captar a atenção dos estudantes do ensino superior e alguns professores de outros níveis do ensino.
Nesta época, mais concretamente no final de ano lectivo de 1980/81, numa das escolas secundárias – a Bordalo Pinheiro – a que estávamos ligados, havia uma verba disponível de cerca de 200 contos (hoje mil euros) para investir num meio electrónico para o ensino comercial, havendo a alternativa entre uma máquina de escrever eléctrica com memória ou, por nossa sugestão, num microcomputador.

Mais sobre A morte de (…)

Numa deliberação agora tornada pública, e que publicamos na íntegra, o Conselho Regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social deliberou reconhecer a procedência de uma queixa apresentada pela Gazeta das Caldas contra o então Ministério do Ambiente por violação do direito de acesso às fontes e recomenda aquele ministério (hoje com novos inquilinos e com o nome Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território) que, no futuro, respeite “de modo pontual e integral o direito de acesso às fontes de informação legalmente assegurado aos jornalistas”.

Mais sobre ERC dá razão (…)

Gazeta das Caldas alarga a sua venda em banca a Lisboa e outras cidades

Publicado a 7 de Setembro de 2011 . Na categoria: Destaque Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A nova fórmula da distribuição da Gazeta das Caldas passou a abranger desde há duas semanas mais quase duas dezenas de pontos de venda, que se juntaram à centena da região Oeste, em localidades como Lisboa, Cascais, Paço de Arcos, Mafra, Alenquer, Santarém, Marinha Grande, Batalha, Fátima e estação de serviço de Loures na A8.
Esta medida foi tomada em resposta aos pedidos de leitores de outras partes do país, especialmente de Lisboa, como se pode verificar no email bastante expressivo que transcrevemos: “Trabalho e moro em Lisboa, assim como muitos outros caldenses. É incompreensível ainda não haver postos de venda da Gazeta na capital“.
Nas páginas interiores inserimos as localizações dos novos postos de venda, chamando a atenção dos leitores que o nosso jornal também pode ser encontrado a partir de agora, por exemplo, na tabacaria da Assembleia da República, no terminal rodoviário de Sete Rios e nas papelarias das gares do Oriente, Sta. Apolónia e Cascais.
Para ajudar a melhorar a eficiência desta distribuição e eventual escolha de novos pontos de venda onde haja potenciais compradores, agradecíamos aos leitores da Gazeta que nos dêem as suas sugestões para o email gazeta@gazetacalda s.com

Gazeta das Caldas amplia em 50% os seus pontos de venda

Publicado a 26 de Agosto de 2011 . Na categoria: Destaque Painel Sociedade . há uma resposta a este artigo.

Desde o início do mês de Agosto que o nosso jornal está à venda nas manhãs de sexta-feira em 103 locais de toda a região Oeste, ou seja, em mais 50% do que anteriormente.
Esta faculdade, que lhe foi oferecida pela nova distribuidora VASP, permite à Gazeta das Caldas chegar a um público potencial de mais de 220 mil pessoas que habitam nos concelhos abrangidos por essa distribuição, o que alarga o campo de abrangência das nossas notícias e da publicidade inserta.

Gazeta das Caldas amplia em 50% os seus pontos de venda

Publicado a . Na categoria: Destaque Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

Desde o início do mês de Agosto que o nosso jornal está à venda nas manhãs de sexta-feira em 103 locais de toda a região Oeste, ou seja, em mais 50% do que anteriormente.

Mais sobre Gazeta das Caldas (…)

Gazeta das Caldas – Pedido de desculpas aos assinantes

Publicado a 14 de Julho de 2011 . Na categoria: Breves Sociedade . Seja o primeiro a comentar este artigo.

A direcção da Gazeta das Caldas, face ao sucedido com a distribuição da última edição, vem pedir aos assinantes as maiores desculpas pelo atraso ocorrido na distribuição da última edição do jornal.
Tratou-se do resultado de um problema surgido com a tipografia onde há bastantes anos imprimíamos a edição da Gazeta, sem incidentes, e que de repente suspendeu a sua actividade, não nos tendo avisado com a antecedência suficiente para preparamos soluções alternativas.
A situação crítica que a tipografia vivia foi-nos transmitida na quinta-feira, em que o jornal devia ser colocado nos CTT para seguir para os assinantes, por um colega da região cuja distribuição ocorre normalmente nesse dia. Perante tão inesperada e complicada situação, começámos desde a manhã de quinta-feira a procurar saber o que se passava junto da tipografia ao mesmo tempo que começávamos a estudar soluções alternativas para esse mesmo dia.
Até às 17 horas dessa quinta-feira a tipografia que nos imprimia habitualmente o jornal não nos conseguiu garantir a edição, obrigando-nos a recorrer a uma empresa alternativa, que nunca tinha feito a Gazeta das Caldas, para conseguir imprimir nessa noite o jornal e entregá-lo na manhã seguinte nas Caldas da Rainha e nos CTT. Contudo, o atraso já era irreversível e a distribuição atempada da edição ficou prejudicada.
A situação foi ultrapassada com alguma dificuldade e atraso que penalizou os assinantes que viriam a receber o jornal apenas na semana seguinte, a maioria na segunda-feira, mas outros também na terça-feira.
Por este problema inesperado renovamos o pedido de desculpas a todos os assinantes, esperando que o problema se regularize já com esta edição. À tipografia e seus trabalhadores que nos apoiaram e ajudaram a resolver este problema os nossos agradecimentos.

A Direcção

Ministério do Ambiente faz muro de silêncio sobre dragagens

Publicado a 1 de Abril de 2011 . Na categoria: Destaque Painel Sociedade . há 2 respostas a este artigo.

A draga, que está junto à Lagoa desde início de Março, já foi grafitada no último fim-de-semana

O Ministério do Ambiente nada diz sobre o concurso público (e que se supõe transparente) para a empreitada das dragagens na Lagoa de Óbidos, apesar das várias tentativas da Gazeta das Caldas junto do seu gabinete de imprensa e do próprio gabinete da ministra.
Esta atitude é tanto mais estranha porquanto já se encontra, desde o dia 4 de Março, uma draga estacionada no cais da Foz do Arelho, supostamente destinada a iniciar aqueles trabalhos.
A empresa responsável por aquela embarcação, Irmãos Cavaco, SA, também recusou prestar quaisquer informações, tendo-se limitado a referir que a obra ainda não lhes foi adjudicada.
As únicas informações sobre o assunto foram prestadas por Jorge Sobral, adjunto do Governo Civil de Leiria, que preside à Comissão de Acompanhamento da Lagoa de Óbidos. De acordo com este responsável a empresa Irmãos Cavaco, SA ganhou o concurso e decorre agora o período de reclamação dos outros concorrentes. Depois será assinado o contrato, que será apreciado pelo Tribunal de Contas.
“A obra deverá começar em finais de Abril”, disse Jorge Sobral, tendo por base as previsões da vice-presidente do INAG, Ana Seixas. Aquele instituto, tutelado pelo Ministério do Ambiente é a entidade responsável pela intervenção na Lagoa e foi através dele que aquele dirigente do PS e adjunto do governador civil obteve essa informação.
Sobre a vinda da draga para a Lagoa, Jorge Sobral explicou que esta estava no Seixal, mas a obra foi terminada e a empresa trouxe-a para a Lagoa, depois da Capitania do Porto de Peniche ter autorizado o seu estacionamento.
Esta intervenção tem por objectivo abrir um canal profundo para fixação da aberta. “A areia retirada, que é limpa, vai ser colocada para fazer mais praia dos lados norte e sul da lagoa, na Foz do Arelho e Bom Sucesso”, esclareceu Jorge Sobral, que pretende convocar uma reunião da comissão de acompanhamento para o INAG esclarecer o que vai ser feito.
Entretanto, no passado dia 25 de Março, o deputado do Bloco de Esquerda eleito por Leiria à Assembleia da República, Heitor de Sousa, colocou algumas questões ao Ministério do Ambiente sobre a situação da Lagoa, entre elas se o governo tem conhecimento da situação actual de paralização da acção da draga, e se há razões ponderosas que justificam uma eventual interrupção dos trabalhos em curso.
O deputado quer ainda saber se a tutela considera “aceitável que não seja avançada qualquer justificação para a aparente interrupção dos trabalhos da draga, nomeadamente junto das populações e das autarquias locais” e qual será o seguimento do projecto de reabilitação da Lagoa.
Heitor de Sousa pergunta ainda se pretendem reforçar as recargas de areia na praia da Foz e junto da aberta, a partir da realização da dragagem, na perspectiva da estabilização dos areais das praias, em tempo útil, para que não se ponha em risco a actividade balnear no próximo verão.

Fátima Ferreira
fferreira@gazetacaldas.com


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